segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Escolhas de... Maria do Rosário Pedreira

Escritora convidada do Café com Letras

Biblioteca Municipal de Algés - 30 de Outubro

Autor: Homero
Título: A Íliada







Autor: Álvaro de Campos
Título: Poesias





Autor: Mária Vargas Llosa
Título: A Tia Júlia e o Escrevedor




Autor: Marguerite Duras
Título: O Amante








Autor: Teolinda Gersão
Título: O Silêncio









Autor: Gabriel Garcia Marquez
Título: Crónica de uma morte anunciada







Autor: Jonathan Safran Foer
Título: Está tudo iluminado









Autor: José Luís Peixoto
Título: Nenhum Olhar





sexta-feira, 19 de outubro de 2007

O Pianista

Autor: Wladyslaw Szpilman


Gostei, pela forma singela com que nos transmite a epopeia dramática do autor;
Sem atingir a crueza de outras obras do mesmo tema, «se isto é um homem» (Primo Levi) ou «25ª Hora» (Virgil Georgin), é mais um grito de despertar, uma acha para a fogueira anti-nazi, que cada vez parece mais necessária e urgente manter, atendendo à inconsciência e barbárie, que de vez em quando nos querem voltar a assombrar (especialmente aos incautos) como é o exemplo a recente profanação de túmulos judaicos em Lisboa...
Francisco Adolfo Gomes, 73 anos, Reformado (EDP)


Apreciei muito a maneira como o livro está narrado: com precisão; clareza; brandura; e principalmente isento de sentimento de revolta, ódio e até de vingança, que seria de esperar quando sofridos na pele e presenciados tais acontecimentos tão desumanos, brutais, degradantes. Só uma pessoa estruturalmente bem formada, com princípios religiosos e culturais muito elevados poderia transmitir dessa maneira os acontecimentos tão inesquecíveis e sorríveis que emagreceram a história universal.

Maria José Antunes de Almeida Gomes, Aposentada
entrada n.º 0073

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Festival de Banda Desenhada na Amadora

Amadora volta a acolher, o que de melhor se faz na 9ª Arte.

Comemorando a sua 18ª edição, abre amanhã: dia 19 de Outubro e prolonga-se até 4 de Novembro, o Festival de Banda Desenhada da Amadora.

O Fórum Luís de Camões, na Freguesia da Brandoa, volta a ser o local de instalação do núcleo central. O núcleo central terá, igualmente, espaços dedicados aos mais novos com atelier para desenhos e pinturas e exposição. Além deste espaço, o FIBDA descentraliza exposições por outros locais: Centro Nacional de BD e Imagem, Casa Roque Gameiro, Recreios da Amadora e Galeria Municipal Artur Bual.

Exposições, autógrafos, área comercial e cinema de animação, entre outras áreas, fazem do FIBDA a maior Festa da Banda Desenhada em território nacional.
. . .
Para conhecer os álbuns nomeados nas diferentes categorias, seleccione:
Melhor Álbum Português,
Melhor Argumento para Álbum Português,
Melhor Álbum de Autor Português em Língua Estrangeira,
Melhor Álbum de Autor Estrangeiro,
Melhor Álbum de Tiras Humorísticas,
Melhor Livro de Ilustração Infantil,
Melhor Fanzine Clássicos da Nona Arte.

Para mais informações, consultar o sítio do Centro Nacional de Banda Desenhada e da Imagem.

E se a Internet Acabasse...?


As "Conversas na Aldeia Global" iniciaram no passado sábado o seu primeiro ciclo dedicado à importância da Internet no quotidiano e à forma como esta ferramenta tecnológica tem vindo a modificar o modo como comunicamos. Se não teve oportunidade de estar presente na sessão com o Prof. Carlos Zorrinho sugerimos-lhe a audição do registo integral já disponível no repositório de Podcasts da Biblioteca Municipal de Oeiras.
A sessão teve início com um breve enquadramento em redor da evolução da Internet. Em jeito de introdução, Vasco Matos Trigo refere-se a algumas das actividades desenvolvidas com base na web, dando exemplos dos primeiros serviços on-line e dos vários recursos de informação acessíveis em ambientes digitais. A intercalar esta introdução foram exibidos os testemunhos recolhidos junto dos leitores das Bibliotecas Municipais de Oeiras sobre questões como "A Internet faz parte da sua vida?" "O que entende por Web 2.0?" e do tema central da conversa "E se a Internet acabasse…?". Neste contexto, foram dados a conhecer os resultados da sondagem efectuada no Blog Oeiras a Ler sobre o mesmo assunto.
O convidado Carlos Zorrinho começou por realçar a importância de manter estas tertúlias presenciais, mesmo que dedicadas aos temas mais virtuais que possam existir. Na sua opinião, a possibilidade de conversar olhos nos olhos torna-se, sem dúvida, mais memorável e marcante comparativamente a qualquer outra forma de comunicação em rede. Assumiu-se como um "utilizador não sofisticado" da Internet, e à pergunta "E se amanhã a Internet acabasse...?", associou uma outra questão que contrapõe àquela da seguinte forma: "Será que ainda há Internet...?". Acha que podem persistir dois tipos de resposta, uma que negue a sua existência, invocando sim a mudança para algo diferente e muito mais evoluído tecnologicamente. Ou, por outro lado, outra que, reconhecendo a Internet como veículo transformador da sociedade, a classifica já como uma peça de museu. Foi esse o conceito que a sua geração viu nascer com tanto entusiasmo, o da Internet que iria mudar o mundo e criar uma sociedade mais equitativa, na qual todos teriam acesso à informação, uma maior intervenção e a partir da qual a identidade sairia reforçada. Não obstante todo o deslumbramento tecnológico da altura, a verdade é que, a sociedade não veio a registar mudanças significativas.
A acrescentar a esta abordagem, e com o propósito de agitar e provocar, afirma ainda que "a Internet não é nem a revolução, nem o ópio do povo". Considera que só há um instrumento revolucionário e que esse é, precisamente, "a educação, a nossa cabeça e a capacidade de interpretar significados" e, desse modo, questiona se seremos nós capazes de colocar a Internet ao serviço disso mesmo. Ou seja, ao serviço da educação das pessoas, da sua valorização e aquisição contínua de conhecimentos. Se formos, então a Internet pode ser, a este nível, um instrumento fundamental. Não sendo ela própria revolucionária, mas sim, um meio fundamental à revolução que se impõe e à tão desejada construção da sociedade da informação e do conhecimento.
A etapa final do debate caracterizou-se pela envolvência do público presente num espaço de discussão e imprescindível ao balanço positivo desta enriquecedora tertúlia.
A próxima sessão realizar-se-á no sábado 27 de Outubro, com a participação de Carlos Correia (Universidade Nova de Lisboa/CITI) para mais uma conversa sobre a cultura tecnológica - Top Mais das Tecnologias. Contamos consigo!

Sondagem de Setembro e Outubro

Entre 22 de Setembro e 13 de Outubro, efectuamos uma sondagem relacionada com a questão nuclear da sessão inaugural das "Conversas na Aldeia Global": E se a Internet Acabasse...?


A maioria das respostas recaiu na opção Seria um retrocesso no tempo, com 37% das votações. Ex aequo, como segunda e terceira opção mais escolhida, situam-se as afirmações Isso nunca poderá acontecer e também Exigiria adaptação a um novo mundo mais restrito, contemplando cerca de 21% dos inquiridos. Seria uma tragédia reuniu 19% de votações, sendo de realçar ainda o valor nulo quanto à consequência Não teria implicações significativas no dia-a-dia. A propósito da recolha de opiniões junto dos leitores das Bibliotecas Municipais de Oeiras, convidamo-lo a ver mais um pequeno excerto das entrevistas realizadas na Biblioteca.

"Agora falamos nós!"

José Pedro Reis (Xutos & Pontapés), Luís Filipe Borges (Pastéis de Nata) e Fernando Alvim são três dos moderadores dos painéis do encontro de jovens “Agora falamos nós”, que terá lugar no dia 19 de Outubro, a partir das 9H00, no Auditório Municipal Eunice Muñoz, em Oeiras.
Neste encontro são os jovens que têm a palavra sobre aquilo que os preocupa, as suas experiências e os seus projectos de vida.
“As cenas que nos preocupam…”, “Histórias da minha vida” e “As cenas em que apostei…” são os temas propostos para as conversas, que prometem aquecer a plateia com mais de uma centena e meia de jovens que já confirmou presença.
No entanto, ainda há lugares e os interessados poderão inscrever-se no Departamento de Pedopsiquiatria do Hospital S. Francisco Xavier, parceiro da Câmara Municipal de Oeiras no evento.
Os contactos: Tel.: 210 431 558 – E-mail: pedopsiq@hsfxavier.min-saude.pt .

Este encontro encerra ao som dos Cool Hipnoise.

O programa do encontro pode ser consultado aqui.
Fonte: Site CMO

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Jerusalém de Gonçalo M. Tavares vence Prémio PT de Literatura

O escritor Gonçalo M. Tavares conquistou ontem à noite, no Brasil, o Prémio Portugal Telecom de Literatura em Língua Portuguesa 2007, com o livro Jerusalém, editado em 2004, em Portugal pela Editorial Caminho mas lançado o ano passado no Brasil.
O prémio com cinco anos é patrocinado pela principal empresa de telecomunicações de Portugal e é a primeira vez que inclui autores de fora do Brasil, sendo condição que tivessem sido editados naquele país. O romance Jerusalém já havia sido premiado em 2004 e 2005 em Portugal.
O valor do prémio atribuído a Gonçalo M. Tavares, anunciado ontem em São Paulo, é de 100 mil reais (37 500 euros). O segundo prémio foi para o escritor brasileiro Dalton Trevisan com Macho não Ganha Flor, a quem foi atribuído o valor de 35 mil (13 100 euros). O também brasileiro Teixeira Coelho, com História Natural da Ditadura foi o vencedor do terceiro prémio, de 15 mil reais (5 550 euros).A acompanhar o escritor em São Paulo esteve Zeferino Coelho, da Editorial Caminho.
Fonte: Ed. Caminho

Man Booker Prize 2007 para irlandesa Anne Enright

O prémio foi atribuído a Anne Enright, em prejuízo das obras dos dois favoritos para esta edição do Booker Prize, o inglês Ian McEwan e o neo-zelandês Lloyd Jones.

O nome da vencedora foi dado a conhecer em directo na BBC, durante uma cerimónia que se realizou na capital britânica e que reuniu os seis escritores finalistas.

De acordo com a descrição dada pela organização do prémio na sua página electrónica, "The Gathering" é um épico familiar que se estende por três gerações e que conta "como o nosso destino está escrito no corpo, e não nas estrelas".

"Anne Enright escreveu um poderoso, desconfortável e, às vezes, livro zangado", comentou hoje Howard Davies, o presidente do júri responsável pela escolha. "Pensamos que ela é uma romacista impressionante e esperamos ouvir falar mais dela", acrescentou. "O livro é poderoso, puxa-nos e tem um final absolutamente brilhante. Tem uma das melhores últimas frases de todos os romances que eu li",concluiu.

Nascida a 11 de Outubro de 1962, em Dublim, onde continua a residir e trabalhar, Anne Enright estudou com os dois escritores Malcolm Bradbury e Angela Carter, tendo inicialmente seguido uma carreira como produtora e realizadora de televisão.

A primeira colectânea de contos, "The Portable Virgin", foi distinguida com o Rooney Prize mas foi com o romance "What Are You Like" que alcançou maior destaque, ao ser escolhida para finalista do Whitbread Novel Award e vencer o Encore Award, em 2000.

O Booker Prize distingue a melhor obra de ficção editada em 2006 por um autor do Reino Unido, da República da Irlanda e dos países da Comunidade Britânica (Commonwealth) com um montante de 50 mil libras [71,7 mil euros]. Além do prémio monetário, a distinção desencadeia anualmente uma explosão nas vendas, aumentando os ganhos do autor e respectiva editora.

"Nem me lembrei do dinheiro mas agora estou mais satisfeita por ter comprado este vestido", confessou Anne Enright à televisão pública britânica.

O júri deste ano foi presidido por Howard Davies, director da universidade London School of Economics, e composto pela poetisa Wendy Cope, o jornalista Giles Foden, a crítica literária Ruth Scurr e a actriz Imogen Stubbs.

Os outros finalistas eram Nicola Barker ("Darkmans"), Mohsin Hamid ("O Fundamentalista Relutante", editado pela Civilização), Lloyd Jones ("Mr Pip", editado pela Estampa), Ian McEwan ("Na Praia de Chesil", editado pela Gradiva) e Indra Sinha ("Animal`s People").

Actualmente intitulado The Man Booker Prize, o galardão foi criado em 1969 e já distinguiu autores como J.M. Coetzee (1993 e 1999), Kingsley Amis (1986), Iris Murdoch (1978) ou V.S. Naipaul (1971).
Fonte: RTP
Imagem: AFP

terça-feira, 16 de outubro de 2007

In Vino Veritas

Autor: Soren Kierkegaard


Há já bastante tempo que queria conhecer melhor as suas ideias.
E foi assim que o mundo e universo literário mo trouxe e muito proveitosamente! A meu ver, fala aprofundadamente da “recordação”, da “memória”, da “lembrança” e das coisas, como das situaçãoes da vida (quotidiana) com uma enorme capacidade de argumentação, de relacionação e de reflexão, bem como expondo sempre muito da sua prática de vida.

Joana Santos, 33 anos, Educadora


entrada n.º 0072

sábado, 13 de outubro de 2007

Conversas na Aldeia Global, com o Prof. Carlos Zorrinho

As Conversas na Aldeia Global procuram acompanhar o desenvolvimento das TIC e, em particular, as inovações proporcionadas pela Internet. Com este propósito, pretende-se interligar as tecnologias sociais à convivência comunitária e a dinâmicas colaborativas que priveligiem a interacção com os nossos leitores.
É neste contexto que, a antecipar as conversas na Aldeia Global, realizaremos séries de entrevistas aos visitantes das Bibliotecas Municipais de Oeiras, com o intuito de recolher opiniões que servirão de mote ao debate e reflexão em cada uma das sessões.
A propósito do tema "E se a Internet Acabasse...?, a desenvolver na conversa com o convidado Prof. Carlos Zorrinho (Coordenador da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico), resultaram sugestivos testemunhos que serão apresentados durante a tarde de conversa. Em antecipação, pode ver um breve excerto destas entrevistas.


Contamos consigo na Conversa na Aldeia Global com o Prof. Carlos Zorrinho, pelas 16H00 - Sábado 13 (OUT) - no Auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras.
Produção vídeo: CMO/GC/Audiovisuais

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Prémio Nobel da Literatura - 2007

A escritora britânica Doris Lessing foi galardoada com o Prémio Nobel da Literatura 2007.
Nascida na Pérsia (actual Irão) em 1919 mudou-se mais tarde com a família para a Rodésia do Sul (actual Zimbabwe). Vive na Grã-Bretanha desde 1949. Os temas dos seus livros são bastante diversos: do exame das tensões inter-raciais, a política racical, a violência contra as crianças, os movimentos feministas e a exploração do espaço exterior. Em Canopus em Argos: Arquivos, Doris Lessing conduz o leitor ao mundo dos Impérios de Canopus e Sírius. Num universo que aborda a colonização de planetas em esferas muito além do mundo físico das naves espaciais. Por isso, a literatura de Doris Lessing tem sido denominada de Ficção Espacial. Doris Lessing publicou também, poesias e contos e romances de não-ficção.
Criou o que chama "um mundo novo para mim mesma" auto-consistente e com possibilidades infinitas, "um reino onde os mitos e lendas dos planetas, deixaram de ser apenas manifestações de indivíduos sozinhos, onde sobrevêm os aspectos das rivalidades e das interações do Império de Canopus com os outros impérios galácticos, Sirius, e o seu inimigo, o império Puttoria com o seu planeta crimoso, Shammat".
A série Canopus em Argos: Arquivos é composta por cinco títulos: Shikasta - (Shikasta) - O primeiro livro da série, aborda o planeta Terra, a própria Shikasta, sob o domínio do império Canopiano, a história é narrada do ponto de vista de um dos enviados pelos administradores de Canopus. Johor, o qual narra todo o desenvolvimento do planeta desde eras esquecidas, até aos nossos dias e além, concluindo com um inesperado destino para humanidade.

O Nobel de Literatura concede 10 milhões de coroas suecas (US$ 1,5 milhão) e será entregue junto com aos outros prémios a 10 de Dezembro, aniversário da morte de seu fundador, Alfred Nobel.
Fonte: Wikipédia

Ver títulos desta autora no catálogo da biblioteca.

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Camus e Saramago

Decorreu, ontem, a segunda sessão do Grupo de Leitores de Carnaxide. Após A Peste abordaram-se outros títulos de Albert Camus, nomeadamente O Mito de Sísifo e O Estrangeiro, sendo que neste último se discutiu com particular interesse o julgamento de Meursault em que a acusação destaca o facto de o réu não demonstrar qualquer emoção no funeral da mãe – em detrimento do assassinato de um árabe, razão pela qual estava efectivamente a ser julgado. Um estrangeiro na verdadeira acepção da palavra mas também um "estrangeiro social”, que se recusa aos comportamentos padrão e, por essa razão, é condenado - relegando-se o facto de ter morto um ser humano. O absurdo, algo permanente na obra do autor.

Bastante interessantes foram também as semelhanças encontradas entre A Peste e o Ensaio sobre a Cegueira, de Saramago. Destaca-se a presença da água, no romance português, com a chuva que cai sobre Lisboa e que representa um acto de purificação e, em Camus, o banho de mar de Rieux e Tarrou, já com a epidemia em curva descendente. Outro elemento presente nas duas obras é o fogo, ateado para a fuga do hospício, em Saramago, e relembrado n’A Peste, a propósito de epidemias passadas. Também duas personagens, apesar de continuamente expostas, se livram da enfermidade ao longo de todo o enredo: o narrador, em Camus, e a mulher do médico, em Saramago. Os dois romances acabam por nos demonstrar as consequências sociais de uma catástrofe - seja de ordem natural ou por intervenção humana -, e as diferentes reacções dos seus intervenientes.

Para o próximo mês há mais Nobel: Pearl Buck e A Mãe.

P.S. – Não nos foi possível ver a peste, tal como se suponha no último post. Mas - e infelizmente - qualquer um o pode fazer: consultem a Survivors of the Shoah Visual History Foundation e assistam aos testemunhos de quem, na primeira pessoa, sofreu a maior epidemia do século XX.


Foto de Saramago aqui
Foto de Camus aqui

O pianista

Autor: Wladyslaw Szpilman


Apreciei muito a maneira como o livro está narrado: com precisão; clareza; brandura; e principalmente isento de sentimento de revolta, ódio e até de vingança, que seria de esperar quando sofridos na pele e presenciados tais acontecimentos tão desumanos, brutais, degradantes.
Só uma pessoa estruturalmente bem formada, com princípios religiosos e culturais muito elevados poderia transmitir dessa maneira os acontecimentos tão inesquecíveis e sorríveis que emagreceram a história universal.

Maria José Antunes de almeida Gomes, Aposentada
entrada n.º 0071

Prelúdio de "O Pianista"

Com a segunda sessão sobre O Pianista (9 de Dezembro) continuou-se a animada conversa interrompida na sessão anterior motivada pelo adiantado da hora.
A conversa fluiu em torno do Holocausto e das perseguições aos judeus. Alguns participantes chegaram mesmo a relatar os seus sentimentos quando estiveram na Polónia em alguns locais referidos no livro.
A força e persistência de W. Szpilman foi apreciada por todos, em especial pela forma como descreveu no livro a sua vida no Gueto de Varsóvia durante a ocupação Nazi. O facto de ter sido ajudado por um oficial alemão levou a discussão para o campo das várias versões sobre o Holocausto e da potente máquina propagandística do regime de Hitler.
No final da conversa ficou como opinião geral que estes episódios negros da história da humanidade não devem ser esquecidos e que livros e filmes como estes deviam ser lidos/vistos por todas as pessoas.


Final do filme O Pianista.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

O U T U B R O ... Folhas de um Clarão de Outono


Junto de si, bem perto do que é dádiva certa... a colecção de actualizadas obras... pode encontrar mais umas páginas dos mundos incontáveis e insondáveis pelas estantes da biblioteca de oeiras.... neste Outono cheio de luz e surpresa, venha ver que livros rezam... no escaparate junto das novidades!...

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Eternos Namorados

O VI Congresso da Lusofonia, a decorrer em Bragança, trouxe boas novas: a Galiza quer fazer parte da lusofonia e tomar parte nos acordos sobre a língua portuguesa. A suportar esta tomada de posição estará a recém-criada Academia Galega da Língua Portuguesa, que faz hoje a sua apresentação na Universidade de Compostela. São mais de dois milhões os falantes do galego que, segundo a opinião de vários especialistas, tem a mesma raiz da nossa língua, ou seja, o galaico-português medieval. O grande objectivo desta academia é o de ver reconhecido, em Espanha, o galego como uma língua de padrão português.
Mais um passo para materializar o eterno romance tão bem descrito por João Verde, em 1902:

Vendo-os assim tão pertinho,
A Galliza e mail’o Minho,
São como dois namorados
Que o rio traz separados
Quasi desde o nascimento.
Deixai-os, pois, namorar,
Já que os paes para casar
Lhes não dão consentimento.

notícia de Global Notícias aqui
foto da foz do Rio Minho aqui

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Carlos Zorrinho nas Conversas na Aldeia Global: E se a Internet acabasse...?


As Conversas na Aldeia Global, a decorrer no Auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras, apresentam nova programação em resultado da necessidade de adiamento da sessão dedicada ao tema “E se a Internet acabasse…?”. O seu início terá assim lugar no sábado 13 de Outubro, pelas 16H00, e conta com a participação de Carlos Zorrinho, actual Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico. Consulte o programa completo da iniciativa.
Aguardamos por si, sábado à tarde, na conversa na Aldeia Global com Carlos Zorrinho.

As Nossas Sugestões - Outubro 2007

Título: Cartas de Aniversário
Autor: Ted Hughes

De quem se fala:
Ted Hughes nasceu em 1930, no Yorkshire, e morreu em Outubro de 1998. Escreveu numerosos livros de poemas, peças de teatro e livros para crianças. Foi também poeta laureado. Em 1955 conheceu em Cambridge Sylvia Plath que aí estava como bolseira da Fulbright. Hughes era então um jovem poeta desconhecido, que nada tinha de académico. O encontro entre ambos levou a um rápido casamento. Ted Hughes conheceu o êxito literário em 1957, com o seu primeiro livro, The Hawk in the Rain, que Sylvia Plath enviara a um júri, de que Auden fazia parte. Alugou uma casa em Londres onde regressara com os filhos, viu recusada a edição de The Bell Jar e suicidou-se a 11 de Fevereiro de 1963, num dos mais frios invernos que a Grã-Bretanha conheceu.

O que se diz:
As Cartas de Aniversário são dirigidas, com duas excepções apenas, a Sylvia Plath. Foram escritas ao longo de um período de mais de vinte e cinco anos (a primeira depois do suicídio de Sylvia). Embora a sua relação amorosa com Sylvia Plath estivesse indirectamente presente em algumas das suas obras, foi em Cartas de Aniversário que, pela primeira vez, Ted Hughes deu a sua versão sobre o que se terá passado. «"Cartas de Aniversário" (...) é o último livro de Hughes, que o publica no ano da sua morte (1998). São 88 poemas dirigidos a um "tu" que se oferecem como uma espécie de elogio fúnebre (ou autojustificação) ao relacionamento com Sylvia Path. (Helena Barbas in «Expresso», 23-2-2001 )

Está dito:
“Mas num lugar qualquer as tuas tesouras lembram-se. Onde quer que estejam
Aqui, ou noutro lugar, com as lâminas bem abertas.
Abril após Abril
Afundando-se cada vez mais
Na terra – uma âncora, uma cruz enferrujada”.

Relógio d’Água; 413 p.


Título: Crime no Campo de Golf
Autor: Agatha Christie

De quem se fala:
Nascida Agatha Mary Clarissa Miller, Agatha Christie é conhecida pelo mundo como a Rainha do Crime. Os seus livros venderam mais de um bilhão de cópias em inglês, além de outro bilhão, em línguas estrangeiras. Ela é a autora mais publicada de todos os tempos em qualquer idioma, somente ultrapassada pela Bíblia. É, até hoje, a romancista policial mais brilhante que o mundo já viu, conhecida como a Rainha do Crime, Duquesa da Morte, entre outros títulos.
Casou-se pela primeira vez em 1914, com o Coronel Archibald Christie, piloto do Corpo Real de Aviadores. O casal teve uma filha, Rosalind, e divorciou-se em 1928.
Durante a II Guerra Mundial Agatha, trabalhou num hospital e numa farmácia, funções que influenciaram o seu trabalho.
Em 1930, casou-se com o arqueólogo Sir Max Mallowan. Mallowan era 14 anos mais novo que a escritora, e as suas viagens contribuíram com material para vários de seus romances situados no Oriente Médio. O casamento duraria até à morte da escritora. Em 1971 recebeu o título de Dama da Ordem do Império Britânico. Morreu em 12 de janeiro de 1976, aos 85 anos de idade, de causas naturais,na sua residência.

O que se diz:
Um urgente pedido de ajuda leva Poirot a França. Infelizmente, o detective não chega a tempo de salvar o seu cliente, cujo corpo é encontrado numa sepultura aberta num campo de golfe. Mas porque é que o morto enverga o sobretudo do filho? E a quem se destinava a apaixonada carta de amor descoberta na seu bolsa? Antes que Poirot consiga responder a essas perguntas, o caso sofre uma reviravolta com a descoberta de uma segunda vitíma.

Está dito:
“ – E onde pretende chegar com tudo isto? – perguntou desdenhosamente Giraud?
- Ao facto que, quando existem dois crimes precisamente iguais na concepção e na execução, se encontrar o mesmo cérebro por detrás de ambos. Ando à procura desse cérebro, Monsieur Giraud, e encontrá-lo-ei. Temos aqui uma verdadeira pista: uma pista psicológica. Pode saber tudo sobre pontas de cigarros e de fósforos, Monsieur Giraud, mas eu, Hercule Poirot, conheço a mente humana”.

Asa; 201 p.




Título: A Espada de Átila
Autor: Michael Curtis For

De quem se fala:
Michael Curtis Ford é um escritor de romances americano. Nos seus romances sobre a Antiguidade Clássica, Michael Curtis Ford consegue captar o horror e o clamor das batalhas tão bem quanto os momentos mais íntimos da vida dos homens que escreveram a História.

O que se diz:
Nos seus romances sobre a Antiguidade Clássica, Michael Curtis Ford consegue captar o horror e o clamor das batalhas tão bem quanto os momentos mais íntimos da vida dos homens que escreveram a História. A Espada de Atila é uma recriação suprema do Império Romano em 400 d.C., quando o General Flávio Aécio é forçado a um combate que não deseja mas que também não pode evitar: fazer frente aos Hunos. E ninguém conhece tão bem esses bárbaros como Aécio. Afinal, viveu a juventude no meio deles, cavalgou, os seus corcéis de guerra e foi como um filho para o seu rei. Mas quis o destino que fosse sobre os seus ombros que caísse a responsabilidade de salvar Roma. E para isso terá que derrotar um amigo de infância que simultaneamente ama, teme e admira: nada mais, nada menos que o temível e lendário Atila.

Está dito:
“Os romanos olharam para ele com espanto. Apenas Atila, de todos os homens que tinham visto naquela manhã, parecia alerta e até mesmo divertido, e a sua expressão aparentava ser mais satisfeita d que na noite anterior. De facto, ao ver a surpresa deles, os cantos da sua boca pareceu mesmo esboçar um sorriso forçado”.

Saída de Emergência; 351 p.



Título: Cidadela
Autor: Antoine de Saint Exupery

De quem se fala:

Antoine de Saint-Exupéry nasceu em Lyon, em 1900. Desde cedo sentiu grande vocação para a aventura. A sua maior ambição era ser oficial da marinha, mas ao chumbar no exame de admissão, enveredou pela aviação. Tornou-se assim piloto aos 27 anos e participou activamente em perigosas missões sobre o Mediterrâneo, o Deserto do Sahara e os elevados cumes da Cordilheira dos Andes. Voar era para Saint-Exupéry uma reflexão sobre a solidão, a amizade, o verdadeiro significado da vida, a condição humana e a liberdade. Com a chegada da 2ª Guerra Mundial, Saint-Exupéry alistou-se no exército francês, mas rapidamente teve que abandonar o seu país natal refugiando-se nos EUA. Aí, na "Terra das Oportunidades" deu asas à sua imaginação e tornou-se escritor, até ter-se dado como voluntário para a Força Aérea Americana. De 1924 a 1944, participou em inúmeras missões de sucesso sobre território francês. A 31 de Julho de 1944, Saint-Exupéry partiu para a sua última missão. O seu avião foi abatido por pilotos alemães sobre a ilha de Córsega. Nesse dia Saint-Exupéry não voltou, deixando por concluir a sua obra póstuma "A Cidadela", editada pela Presença e com uma excelente tradução e prefácio de Ruy Belo.

O que se diz:

"Cidadela" é impossível de inserir num género específico, pois é composta por um léxico próprio, de vocábulos iluminados por um sentido outro. O sentido do que é autêntico, sincero e participado, pois, para Saint-Exupéry, só quem colabora é. E "Cidadela" é, porque reflete o coração do homem simultaneamente singular e universal que procura e se pacifica ao considerar o silêncio como uma das respostas possíveis. Ao longo de uma narração de ordem aparentemente aleatória o autor indicia, assim, com uma sensibilidade notável, o reconhecimento dos limites próprios, dos outros e das coisas. Nas suas palavras: "a pedra não tem esperança de ser outra coisa que não pedra. Mas ao colaborar, ela congrega-se e torna-se templo" ainda que de abóboras imperfeitas, porque livres.

Está dito:

"Aí têm uma grande descoberta que eu fiz: os homens moram, o sentido das coisas muda para eles conforme o sentido das casas."

Editorial Presença; 446 p.




Título: O fogo do Céu
Autor: César Vidal

De quem se fala:

César Vidal é doutorado em história, teologia e filosofia, e licenciado em direito. Foi docente académico em diversas universidades europeias e americanas. Tem colunas de opinião em vários órgãos de comunicação em Espanha.
Defensor incansável dos direitos humanos, foi distinguido com o Prémio Humanismo da Fundação Hebraica (1996) e foi reconhecido por organizações como a Yad-Vashem, Sobreviventes do Holocausto (Venezuela), ORT (México) ou mesmo Jovens contra a Intolerância.
Entre outros prémios literários, recebeu, no ano 2000, o de melhor novela histórica pela editora Crítica (Espanha) pela obra La Mandrágora de las Doces Lunas, em 2004 o Prémio MR de espiritualidade pelo livro El Testamento del Pescador e, também no mesmo ano, o Prémio Jaén de narrativa juvenil por El Último Tren a Zurich.

O que se diz:

Em 173 d.C., durante a época do Imperador Marco Aurélio, o Império romano enfrenta grandes e complexos desafios: se, por um lado, deve manter a integridade das suas fronteiras, defendendo-se dos bárbaros, por outro tem de manter a ordem numa capital cuja população imigrante, ávida de prazer, aumenta sem cessar.
Aqui se cruzam Cornélio, um rapaz provinciano em busca de um destino glorioso, Valério, um centurião veterano, Rode, uma prostituta, e Arnúfis, um mago oportunista. As vidas destas quatro personagens serão submetidas a uma prova que transcende a compreensão humana.
Nesta sua ficção sobre um episódio extraordinário, César Vidal, um dos mais prestigiados autores de romance histórico, transporta-nos para Roma, nos finais do século II, e mostra-nos como o amor e a morte, a guerra, a compaixão, a dignidade e a lealdade são temas milenares da nossa espécie.

Está dito:

“Um após outro, os legionários arremessaram ao chão os escudos para poderem correr com mais agilidade, e correram alvoraçados em busca de uma vida que sentiam em perigo.”

Editorial Presença; 255 p.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Sputnik, meu amor

Autor: Haruki Murakami


Impulsionados pelo seu enfeitiçador registo literário, somos poeticamente conduzidos por Haruki Murakami pelo percurso sinuoso do amor impossível, da incerteza da paixão humana, da demanda de algo inatingível.
Conciliando uma escrita madura e linear com personagens densas que compõem o triângulo amoroso deste romance, sentimo-nos desde logo envolvidos por um enredo marcado pelo mistério, por uma magnetizante miscelânea entre a realidade e a fantasia, a veracidade e o fantástico, o real e a imaginário.
O seu enigmático final em aberto proporciona a cada um de nós, leitores, uma rara oportunidade de “dar asas á imaginação” criando nas nossas mentes “aquele desenlace” que melhor se coadunará com a leitura que cada um fez da obra!

Paula Alexandra Silva, 29 anos, Socióloga


entrada n.º 0070

Leitura partilhada ao som da música

Outubro é o mês da música e por isso o Grupo de Leitores da Biblioteca Municipal de Oeiras partilhou a leitura do livro O Pianista de Wladyslaw Szpilman acompanhada pelo visionamento do filme com o mesmo nome de Roman Polanski.
A história, as cenas e os relatos vividos na primeira pessoa trouxeram para o centro da discussão a questão do Nazismo, as perseguições ao Judeus e os horrores do Holocausto. Ninguém consegiu ficar indiferente à história deste homem que um ano depois do fim da guerra, foi capaz de expressar os seus sentimentos de uma forma tão limpa e correcta, não deixando espaços para a amargura, o ódio ou o rancor.


Wladyslaw Szpilman interpreta Nocturno em Dó Menor (Chopin)

- Páginas sobre o autor I, II e II;
- Informação sobre o filme I, II e III;
- Informações sobre as obras músicais do autor;
- Informações sobre o Gueto de Varsóvia.

CAMUS

Ontem foi dia de Grupo de Leitores na BM de Carnaxide. A Peste, de Albert Camus, foi a obra em discussão.

Iniciou-se a sessão com a leitura, em voz alta, da pequena resenha que em todas as sessões é distribuída aos participantes. Desta constava a biografia do autor, a carta escrita por Jean-Paul Sartre um dia após morte de Camus e um estudo sobre a polémica entre Roland Barthes e o autor sobre o romance em questão.

Foi unânime a opinião de estarmos frente a uma obra brilhante, que permite uma leitura a dois níveis: um, mais óbvio, e onde se encontra um paralelismo entre a peste que assola a cidade argelina de Oran e a Segunda Grande Guerra – Camus tem parte activa nesta última, dirigindo o jornal Combat, periódico clandestino da Resistência; e outro, mais denso, em que se explora a dimensão do ser humano e o seu papel de servir a todas as resistências contra todas as tiranias (nas palavras do próprio Camus). A este propósito destaca-se Grand, um pequeno funcionário que se presta à luta não numa dimensão de heroicidade épica mas que, na medida das suas possibilidades, faz o que lhe compete para ajudar no esforço contra a catástrofe. Um símbolo maior – daí o nome? – da dignidade humana. A morte do Padre Paneloux trouxe também algumas achas à fogueira: teria perdido a fé o homem que, num primeiro sermão, fala aos habitantes da cidade em castigo divino? Outras personagens pontuam o enredo, igualmente fascinantes, tais como o narrador, o Dr. Rieux, que cala a sua própria miséria para amparo da desgraça alheia, o misterioso Cottard que arrecada fortuna com o infortúnio dos outros, o jornalista Rambert, preso na cidade por desígnios do acaso, entre outros.

Mais palavras haverá a dizer sobre A Peste, mas ficam para a próxima semana, porque a discussão estava interessante e, com certeza, assim se manterá. Quem sabe se, na sessão que se segue e em vez de falarmos sobre a peste, não a iremos ver?
foto aqui

IV Encontro das Bibliotecas Escolares de Oeiras

Nos dias 22 e 23 de Outubro decorre no Auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras o IV Encontro das Bibliotecas Escolares de Oeiras. Nesta edição, a temática a abordar é a Leitura no Percurso Escolar. O objectivo deste encontro passa por promover a reflexão e o debate em torno da biblioteca escolar no desenvolvimento de competências e práticas de leitura ao longo do percurso escolar.

O programa foi estruturado de modo a equilibrar as abordagens teóricas e práticas à temática. Deste modo, o Encontro das Bibliotecas Escolares de Oeiras terá uma conferência de abertura e uma conferência de encerramento onde serão efectuadas abordagens de enquadramento da temática. Também decorrem quatro painéis onde serão apresentados testemunhos sobre o trabalho desenvolvido nos diversos graus de ensino em escolas do Concelho de Oeiras.


Consulte o Programa aqui.

Para mais informações contactar Sofia Pinto em sabe.bma@cm-oeiras.pt, ou pelo tel. 214 118 973.
Programa sujeito a alterações

‘Histórias Com Riscos & Rabiscos’

“O Cão Que Joga Xadrez” chegou à Sala Infantil da Biblioteca Municipal de Carnaxide no dia 26. Foi recebido por 46 crianças do 2º e do 3º ano do 1º Ciclo do Ensino Básico da Escola Sylvia Phillips, acompanhadas pelas respectivas professoras, já habituais nestas andanças.
Celeste Maia, a autora, projectou imagens, apresentou o livro, e inaugurou a exposição dos originais que o ilustram.
Às crianças presentes cabe a rescrita ilustrada (durante o mês de Outubro) de um final desigual para a aventura vivida por Nicolas e o seu cão; à autora pertence a leitura dos desfechos engendrados, e (nos finais de Novembro), a oferta de um prémio ao melhor ‘risco & rabisco’ por turma.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Grupos de Leitores em Outubro

Com o início do novo mês é tempo de preparar a leitura de novos livros para os Grupos de Leitores das Bibliotecas Municipais de Oeiras.
Nos próximos dias 2 e 9 de Outubro os Grupos de Leitores da Biblioteca Municipal de Carnaxide e da Biblioteca Municipal de Oeiras vão ler as seguintes obras:

Biblioteca Municipal de Carnaxide








Autor: Albert Camus
Título: A Peste


Biblioteca Municipal de Oeiras








Autor: Władysław Szpilman
Título: O Pianista