sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Desafiio literário Outubro

Este mês desafiamo-lo a ler um livro da autoria de um Prémio Nobel e também a ler um livro de Literatura Fantástica:
O tesouro
O senhor Arne fora um dos homens mais ricos e mais respeitados da região. Contudo foi tragicamente morto juntamente comtodos os seus criados e uma sobrinha com menos de catorze anos. A velha mansão de família foiincendiada e o tesouro foi levado. A única sobrevivente foi a jovem órfã Eisalill que vivia com a sobrinha do senhor Arne mas que não se lembra do que sucedeu.
Numa pequena cidade costeira os habitantes perguntam-se o que se passa com a natureza: é quase Verão e o mar continua gelado. Três soldados, nobres escoceses, aguardam que o seu barco desencalhe para partirem com o seu misterioso baú. Um deles, um homem elegante e bem vestido, reconhece a jovem Elsalill, que trabalha na estalagem após ter escapado aos assassinos que mataram toda a sua família.

Romance feito de diversas histórias que se desenvolvem ao longo dos anos em dois cenários simultâneos - o bairro de la Mangachería, na cidade de Piura, e Santa Maria de Nieva, uma feitoria e missão religiosa perdida na Amazónia -, é na Casa Verde - espaço de tentação e sedução - que a trama atinge o seu expoente.
«Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o coronel Aureliano Buendía haveria de recordar aquela tarde remota em que o pai o levou a conhecer o gelo.» Com estas palavras - tão célebres já como as palavras iniciais do "Dom Quixote" ou de "À Procura do Tempo Perdido" - começam estes "Cem Anos de Solidão", obra-prima da literatura comtemporânea, traduzida em todas as línguas do mundo, que consagrou definitivamente Gabriel García Márquez como um dos maiores escritores do nosso tempo. A fabulosa aventura da família Buendía-Iguarán com os seus milagres, fantasias, obsessões, tragédias, incestos, adultérios, rebeldias, descobertas e condenações são a representação ao mesmo tempo do mito e da história, da tragédia e do amor do mundo inteiro.
Há séculos, quando a magia habitava Inglaterra, houve um mago que se distinguiu entre todos os outros. Chamou-se Rei Corvo, foi criado por fadas e, como nenhum outro, soube conjugar a sabedoria desses seres com a razão humana. Só que tudo se alterará a partir do momento em que um rei louco e alguns poetas mais arrojados fazem com que a Inglaterra deixe de acreditar na magia. O que acontecerá até meados do século XIX, quando o solitário Senhor Norrell, de Hurtfew Abbey, que faz andar e falar as estátuas de catedral de York, acredita que poderá ajudar o governo de Sua Majestade na guerra contra Napoleão. Já em Londres, Norrell encontrará Jonathan Strange, um jovem, rico e brilhante (mas também arrogante), que descobre por acaso que é um mago, tornando-se seu discípulo. Os feitos de ambos haverão de maravilhar a velha Inglaterra. Até ao momento, no entanto, em que a parceria, que parecia destinada ao sucesso, virará rivalidade. É que, fascinado pela figura sombria do Rei Corvo e atraído pela sua "insensata busca" por magias há muito esquecidas, Jonathan haverá de pôr em causa tudo o que Norrell mais estimava...
Ao longo de quase duzentos anos, audiências de todo o mundo vibraram com a Flauta Mágica, de Mozart. O prazer que sentiam com a música era igualado pelo fascínio exercido pela beleza e magia da história de Papageno, o homem-pássaro, pela assustadora e ameaçadora Rainha da Noite, pelo amor e aventuras do Príncipe Tamino e da Princesa Pamina que enfrentavam os tremendos testes mágicos do Tribunal da Sabedoria. Filha da Noite é uma história de amor, de coragem e de perseverança, mas é também uma viagem pela fantasia e pelo mundo dos sonhos, para além de ser uma versão diferente desta história há muito conhecida. Marion Zimmer Bradley usa a sua própria magia para dar às personagens eternas uma nova vida na página impressa. Tudo aquilo que tivera de ser comprimido no formato da ópera e do palco, pode agora expandir-se. E é ao som da melodia dos sonhos, dos arquétipos e da fantasia que, de palavra em palavra, as personagens encontram finalmente toda a sua plenitude e os grandes testes assumem o brilho mágico que só poderia ser conferido por uma mestra da fantasia moderna como é Marion Zimmer Bradley.

Quando Dorothy triunfou sobre a Bruxa Má do Oeste no clássico O Feiticeiro de Oz, de L. Frank Baum, apenas conhecemos a sua versão da história. Mas, afinal, quem era esta misteriosa Bruxa? De onde veio? Como se tornou tão malvada? E qual é, então, a natureza do mal?
A Bruxa de Oz conta a história de Elphaba, uma menina de pele verde, insegura, rejeitada tanto pela mãe como pelo pai, um pastor reaccionário. Na escola ela também é desprezada pela sua colega de quarto Glinda, a Fada Boa do Norte, que só quer saber de coisas fúteis: dinheiro, roupas, jóias. Neste contexto, ela descobre que vive num regime opressor, corrupto e responsável pela ruína económica do povo. Elphaba decide, então, lutar contra este poder totalitário, tornando-se na Bruxa Má do Oeste, uma criatura inteligente, susceptível e incompreendida que desafia todas as noções preconcebidas sobre a natureza do bem e do mal.
Gregory Maguire cria um mundo de fantasia tão fértil e vívido que Oz nunca mais será o mesmo.

domingo, 1 de outubro de 2017

As nossas sugestões...Dia Mundial da Música


Abandonado pelas musas, Oliver Orme pode já não ser um pintor, mas será sempre um ladrão. Orme não rouba por dinheiro, mas pela necessidade de reter e corrigir o mundo em seu redor e pelo prazer, quase erótico, de furtar algo aos outros; bens irresistíveis como Polly, a mulher do seu melhor amigo Marcus. Quando o caso de ambos é descoberto, com consequências irreparáveis para Marcus, Polly, Orme e a sua mulher Gloria, o culpado refugia-se na sua casa de infância, enveredando por um caminho que irá forçá-lo a enfrentar-se a si próprio em busca de redenção. Mordaz, espirituoso, emocional e devastador, "A Guitarra Azul" disseca a natureza do ciúme e dos relacionamentos e revela uma vida assombrada pelo desejo da posse, permanentemente consciente da fragilidade do coração dos homens...

O romance da América que cruza todo o continente ao longo de um século. Na América da multiculturalidade o acordeão vai passar pela mão de sucessivas gerações de imigrantes. A música do acordeão torna-se a voz das suas fantasias, tristezas e exuberâncias. 
São imigrantes que pagam um preço para poderem pertencer à sociedade americana. Abdicam da sua identidade, nome e cultura, sofrem o ódio étnico, o desprezo dos seus próprios filhos, vivem o crime mas também o amor, a ternura e a paixão. 
O romance de uma nação incansável que ecoa na cabeça como se fosse a letra de uma canção.

À procura, procura do vento. Porque a minha força determina a passagem do tempo. Eu quero. Eu sou capaz de lançar um grito para dentro de mim, que arranca árvores pelas raízes, que explode veias em todos os corpos, que trespassa o mundo. Eu sou capaz de correr através desse grito, à sua velocidade, contra tudo o que se lança para deter-me, contra tudo o que se levanta no meu caminho, contra mim próprio. Eu quero. Eu sou capaz de expulsar o sol da minha pele, de vencê-lo mais uma vez e sempre. Porque a minha vontade me regenera, faz-me nascer e renascer. Porque a minha força é imortal.

No La Latina, em pleno centro de Paris, um tango junta o destino de Ana e Luis. Ana é francesa e ama o tango com a mesma paixão com que rejeita o pais do seu pai: a Argentina. Luis é natural de Buenos Aires e Paris é a sua última aposta para sair de uma profunda crise económica e criativa. O projeto de um filme sobre o tango, realizado por Luis e em que Ana participará vai ligá-los a partir desse momento de um modo irreversível. Tango recria a história de uma cidade e de uma música através da saga de duas famílias que se encontram nos extremos da escala social: um cocktail explosivo de amores, lutas, alegrias e traições, e uma dança sensual que os une num abraço. O romance percorre a história do tango e a história da sociedade argentina: as famílias tradicionais, as lutas e as reivindicações operárias, a imigração e a sua contribuição para a identidade nacional.

Em Nocturnos,Kazuo Ishiguro explora os temas do amor,da música e da passagem do tempo. Das piazze italianas às colinas de Malvern,de um apartamento londrino à zona «Reservada» de um luxuoso hotel de Hollywood, encontramos nestas páginas uma singular galeria de personagens - de jovens sonhadores a músicos de café e a vedetas em declínio - num momento particular de reflexão e de reavaliação das suas vidas.Terno, intimo e cheio de humor, este quinheto de histórias é marcado por um motivo recorrente: o esforço para preservar o sentido do romance na vida. É um livro para quem se recusa a perder a esperança e teima em ver o lado positivo de tudo o que de bom e mau sucede.Lições de vida e a vida em lições de mestria narrativa.

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Livros Proibidos - Ciclo de Conversas. Novas Cartas Portuguesas, de Maria Teresa Horta, Maria Isabel Barreno e Maria Velho da Costa. dia 4 de Outubro, quarta





No próximo dia 4 de Outubro, quarta, terá lugar a 5ª sessão do projeto Livros Proibidos, este ano, dedicado ao tema Corpo e Identidades. Será objeto de análise a obra Novas Cartas Portuguesas, de Maria Teresa Horta, Maria Isabel Barreno e Maria Velho da Costa. Um texto incontornável dentro do tema definido, desde o início do ano, para este ciclo e que revisita conceitos como igualdade de género, feminino, paridade, tão atuais nos dias que correm. O texto que nos ocupará nesta sessão é uma obra escrita a partir de um conjunto de cartas redigidas por uma freira portuguesa, enclausurada no convento de Beja, no século XVII, a um oficial francês. O impacto que estas cartas tiveram no século XVII continuou a fazer-se sentir ao longo dos séculos que se seguiram à primeira publicação. Sujeitas a constantes traduções e reedições em várias línguas, as cartas de Mariana seriam, trezentos anos depois, em 1969, publicadas em edição bilingue pela Assírio & Alvim, com o título Cartas Portuguesas, e em tradução de Eugénio de Andrade. Foi essa a edição utlizada por Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa, como texto matricial justamente pelo peso simbólico de que se revestia a figura de Mariana e pela imagem feminina que delas emergia: o estereótipo da mulher abandonada, suplicante e submissa, alternando entre a adoração e o ódio, e praticando um discurso de paixão avassaladora por aquele (o cavaleiro) que se apaixonara também, mas partira depois, para não mais regressar. É esta relação de amor e devoção, de subserviência e autovitimização que as três autoras, três séculos depois, aproveitando-lhe os contornos mais gerais, vão desmontar e remontar, estilhaçando fronteiras e limites, quer das temáticas, quer da própria linguagem.
Obra proibida pela censura e julgada em tribunal por imoralidade em 1972. Para as autoras as questões da sexualidade, do erotismo, do direito das mulheres ao prazer, à contraceção e ao aborto, da negação da violência, tinham de romper as barreiras do privado.
Com Maria Teresa Horta, escritora conhecida do grande público e uma das autoras deste livro paradigmático e que se tornou num símbolo de luta feminina. A moderação é de Nicolau Santos.


PRÓXIMAS SESSÕES
Dia 15 de Novembro, quarta, às 21H30
A Casa dos Espíritos, de Isabel Allende

Com a atriz Maria João Luís
Moderadora
Maria Flor Pedroso
Auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Avançar com a Igualdade de Género, com Marisa Matias

No mês de outubro, quinta-feira 19, pelas 21h30, a eurodeputada Marisa Matias virá à Biblioteca Municipal de Oeiras debater a importância da igualdade de género em todos os domínios da sociedade, político, económico, laboral, pessoal e familiar. Este é um tempo de novos desafios quanto aos direitos e liberdades para a igualdade de oportunidades de participação, reconhecimento e valorização de mulheres e homens.
Nos dias de hoje, em virtude da persistência de desigualdades nas relações de género, afigura-se como fundamental acabar com a discriminação de género através de uma intervenção integrada nas várias esferas da sociedade, com vista à promoção de uma plena Igualdade de Oportunidades entre Homens e Mulheres.
Cada vez mais se observam transformações profundas no “modelo familiar”, tradicionalmente assente numa construção social de papéis de género em função do sexo, conduzindo a uma conceção do masculino e do feminino diferenciada e hierarquizada em termos de importância.
Marisa Matias é investigadora do Centro de Estudos Sociais e doutorada pela Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra. Publicou vários artigos científicos, capítulos de livros e outras publicações, nacionais e internacionais, sobre relações entre ambiente e saúde pública, ciência e conhecimentos e democracia e cidadania. Colaborou enquanto formadora/professora em vários cursos de formação e programas de pós-graduação. Realizou investigação científica nas áreas da saúde ambiental, sociologia da ciência, sociologia da saúde e sociologia política. Em 2016 foi candidata às eleições presidenciais portuguesas, tendo ficado em 3º lugar e tornando-se a mulher mais votada de sempre em eleições presidenciais em Portugal. 
Atualmente é deputada no Parlamento Europeu, eleita em 2009, onde integra as Comissões de Indústria, investigação e energia (ITRE) e Economia a assuntos financeiros (ECON). É também Vice-Presidente da Delegação para as relações com os países do Maxereque. Entre 2009 e 2012 foi membro da Comissão de Ambiente, Saúde Pública e Segurança Alimentar (ENVI)A moderação é de Vasco Trigo.
Contamos consigo!

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Exposição de Ilustração de João Concha, na Biblioteca Municipal de Algés




quinta-feira, 21 de setembro de 2017

As nossas sugestões...azul

As nossas sugestões: leia um livro cuja capa seja azul
A professora Mann é uma mulher de trinta e tal anos que vive sozinha com os seus dois filhos, ensina Geografia num liceu nocturno e está divorciada de um homem que vive num país turbulento - Israel. Mais dos que sentir ou pensar, prefere observar o mundo na qualidade de testemunha, fragmentando-o em detalhes de maneira incisiva, implacáve, muitas vezes mordaz. Viajante impenitente - como o fora anos antes, de mochila às costas, percorrendo o mundo sozinha, vivendo a espontaneidade, o exotismo, deitando-se com desconhecidos-, escreve a sua passagem pela vida «como se tudo se tratasse  de uma longa viagem que há que registar» repleta de aventuras, juventude, amor e sexo, acidentes e atentados. O passado e o presente, e o mundo exterior e o interior, interagem e dão lugar a uma grande imprevibilidade. A passageira é um romance diferente e cativante. Num registo coloquial, a autora mostra uma realidade em que o quotidiano é permanentemente comovido pelo insólito, pela diferença, levando-nos por caminhos pouco trilhados, no termo dos quais há sempre uma reviravolta que surpreende o leitor, confundindo-o e sugerindo um novo rumo para a imaginação.
O enredo da bolsa e da vida, o mais recente romance de Eduardo Mendoza, protagonizado pelo célebre detetive louco d’O mistério da cripta assombrada e O labirinto das azeitonas, é uma sátira genial sobre a Europa contemporânea. O detetive sem nome regressa à ação em tempos de crise e, ajudado por uma trupe improvável, que inclui uma acordeonista de rua, um africano albino e um vigarista, entre outros, é chamado a impedir um ataque terrorista envolvendo Angela Merkel.
Um livro muito bem escrito sobre três figuras importantes: Kafka, Pessoa e Borges. Que linhas unem um imigrante que lava vidros num dos primeiros arranha-céus de Nova Iorque a um rapaz misantropo que chega a Lisboa num navio e a uma criança que inventa coisas que depois acontecem? Muitas. Entre elas, as linhas que atravessam os livros. Em 1910, a passagem de dois cometas pela Terra semeou uma onda de pânico. Em todo o mundo, pessoas enlouqueceram, suicidaram-se, crucificaram-se, ou simplesmente aguardaram, caladas e vencidas, aquilo que acreditavam ser o fim do mundo. Nos dias em que o céu pegou fogo, estavam vivos os protagonistas deste romance – três homens demasiado sensíveis e inteligentes para poderem viver uma vida normal, com mais dentro de si do que podiam carregar. Apesar de separados por milhares de quilómetros, as suas vidas revelam curiosas afinidades e estão marcadas, de forma decisiva, pelo ambiente em que cresceram e pelos lugares, nem sempre reais, onde se fizeram homens. Mas, enquanto os seus contemporâneos se deixaram atravessar pela visão trágica dos cometas, estes foram tocados pelo génio e condenados, por isso, a transformar o mundo. Cem anos depois, ainda não esquecemos nenhum deles. Escrito numa linguagem bela e poderosa, que é a melhor homenagem que se pode fazer à literatura, "No Meu Peito não Cabem Pássaros" é um romance de estreia invulgar e fulgurante sobre as circunstâncias, quase sempre dramáticas, que influenciam o nascimento de um autor e a construção das suas personagens.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Exposição de Ilustração de Pedro Benvindo, na Biblioteca Municipal de Carnaxide

No passado sábado, decorreu na Sala Infantil da Biblioteca Municipal de Carnaxide, a inauguração da exposição de ilustração "10 Histórias para adormecer sem medos nem birras", que contou com a presença do ilustrador Pedro Benvindo e da autora Filipa Sommerfeldt Fernandes.











segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Aconteceu neste Verão - Curso Ler, Ouvir e Contar


Nos passados dias 10 a 15 de julho de 2017 foi promovido na Biblioteca Municipal de Algés - Galeria Municipal do Palácio Ribamar de Algés mais um Curso de Verão intitulado Ler, Ouvir e Contar.
Neste curso pretendeu-se explorar todo o processo da narração oral, desde a seleção de textos, de livros e objetos narrativos à criatividade vocal, gestual e corporal, bem como o processo de comunicar uma história para captar a atenção de um público em vários contextos.
O curso contou com a colaboração de 5 formadores convidados, Inês Blanc (Minutos de Leitura), Conceição Garcia (Escrever Escrever), Telma Pereira, Elsa Serra (Escrever Escrever) e Paulo Patraquim (Bica Teatro) que ministraram 6 módulos: Contar com Tapetes Narrativos; Técnicas de Storytelling; Contadores de Sons; Contar Histórias Com Livros; Contar Histórias Sem Livros; e Contos Contigo.
O curso envolveu 40 participantes (cerca de 20 por módulo) que manifestaram a sua elevada satisfação com os módulos do curso e mostraram especial interesse nos objetos narrativos apresentados (tapetes e instrumentos musicais).
Apresentamos 2 momentos do curso do verão:
Contar com Tapetes Narrativos com Inês Blanc
 Contadores de Sons com Telma Pereira