quinta-feira, 24 de março de 2011

O cavalo de sol

Autor: Teolinda Gersão

Sinceramente não gostei mínimamente da obra.
Nem no estilo, nem no texto, achei merecimento para dar à autora mais do que a nota mínima de valor.
Reservo, porém, a hipótese de leitura de uma 2ª obra, para apreciação mais efectiva/real da escritora.
Saliento, por outro lado, que o facto de ter vindo da leitura de obra extraordinária “Suite Francesa” de Irène Némirovsky, me tenha feito esperar mais da presente obra e da autora…

Francisco Adolfo Gomes, 75 anos, Reformado da EDP

entrada n.º 0112

sexta-feira, 30 de julho de 2010

A espuma dos dias

Autor: Boris Vian

Achei um livro desconcertante, cheio de ambiguidades, estranho e de difícil compreensão.
Não consegui compreender qual a ideia que o autor quis expressar ou a mensagem que procurou transmitir.







Maria José Antunes de Almeida Gomes
entrada n.º 0110

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Rio das Flores

Autor: Miguel Sousa Tavares



Depois da história, do texto, das personagens e da escrita de O Equador esperava mais. Muito mais! Por isso não posso dizer que gostei! Para quem pensa que qualidade é quantidade, tem aqui a prova que nada é mais enganador. Páginas e páginas de descrição histórica que em nada ajudam a compreender o enredo. Reconheço que tenha dado muito gosto em escrever e a fazer a investigação história (por isso não dou apenas 1 estrela!), mas para quem lê nada é mais aborrecido e desinteressante. Ainda assim vou esperar pelo próximo livro. Como se costuma dizer não há duas sem três.
Adriano Fonseca, 54 anos, Professor
entrada n.º 0105

sexta-feira, 20 de junho de 2008

O Coração dos Homens

Autor: Hugo Gonçalves


Achei que era um assunto insólito duma ficção extravagante improvável, a não ser a de ressaltar a agressividade exacerbada duma juventude cruel e dada a excessos, que nada a dignificam ou elevam.

Maria José de Almeida Gomes, Bancária Aposentada

Não posso dizer que gostei! A minha subjectividade, embora reconheça a limpidez e clareza da construção do texto, recusa-se a aceitar a existência de uma sociedade em retrocesso, concretizada na obra, em que os mais abjectos sinais de recusa de humanismo, sensibilidade, educação e vivência social vêm expressamente representados. Ficção embora, seria dramático, em extremo, que as excepções de desumanidade, que actualmente ocorrem, fossem letra de lei, numa qualquer sociedade humana, com uma exclusão de sentimentos entre homens, mulheres e crianças ...
Francisco Gomes, 74 anos, Reformado da E.D.P
entrada n.º 0104

quinta-feira, 27 de março de 2008

A Virgem e o Cigano

Autor: D. H. Lawrence



Não gostei. Li há muito o seu romance O Amante da Lady Chatterley, gostei, é surpreendente, porque é envolvente. Desconhecia este pequeno livro A Virgem e o Cigano ... quando o acabei de ler ... Senti-me defraudada, não consegui que a sua escrita e a história me envolvessem ... não consigo dizer mais nada.

Maria da Glória Lisboa, 78 anos, Escritora e Pintora
ver este título no catálogo da biblioteca
entrada n.º 0094

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Fahrenheit 451

Autor: Ray Bradbury


É um livro de ficção científica, portanto o tema é estravagante. Aterroriza, deprime, lembra os acontecimentos tenebrosos do nazismo de que tantos fizeram eco.
Os bombeiros que pegam fogo em vez de o apagar. São cruéis em vez de altruístas. Aquele “cão mecânico”, “a salamandra” que tem uma actuação pavorosa…


Maria José Antunes de Almeida Gomes, Aposentada


entrada n.º 0082

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

A paixão segundo G.H.

Autor: Clarice Lispector

Escreve a A. na nota introdutória dirigida a Possíveis Leitores que «ficaria contente se (o livro) fosse lido apenas por pessoas de alma formada.». Pelos vistos não pertenço a esse grupo, pois a leitura (penosa) do livro não me alargou nem os horizontes do conhecimento, nem enriqueceu a minha sensibilidade e tão pouco me deu gosto duma boa escrita.Na minha modesta opinião de pessoa de alma informada, a avaliar por esta e outras obras que li de A., esta parece-me o Paulo Coelho dos intelectuais superiores e obviamente de alma formada, quiçá, pelo U. If…


Guilherme Silva de Oliveira, 73 anos, Aposentado

entrada nº 0057

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Ema

Autor: Jane Austen

Não gostei muito. Má tradução, confuso, para meninas adolescentes. Livro que fica a meio e um pouco aquém da expectativa, ao que penso.

Cristina Veiga, 56 anos, Comerciante
entrada nº 0037

terça-feira, 26 de setembro de 2006

Vates A. G. B.

Autor: Ana Margarida Oliveira

vates.jpgO típico livro de Verão. "Vates A. G. B." liga duas histórias de amor, uma passada a bordo de uma nau da Carreira da Índia no século XVII, outra nos dias de hoje. Como elo de ligação está uma suposta trama, quase policial, em volta das profecias de Bandarra. De forma leve, Ana Margarida Oliveira, conta-nos dois romances proibidos com um leve sabor a mistério e ao qual ainda se juntam uns pós de esoterismo. Da mistura sai um livro leve para ser consumido, de preferência em dias ensolarados.

Rui Godinho , 33 anos, Funcionário da C.M.O.

entrada nº: 0005