sexta-feira, 31 de Outubro de 2014

Espetáculo O Grande Mergulho de Telma Pereira dia 8 de Novembro na Biblioteca Municipal de Algés


quinta-feira, 30 de Outubro de 2014

A exposição de ilustração Imagens para respirar e cuidar,  faz 46 dias de presença  - metade do seu tempo de permanência  na Sala Infantil da Biblioteca Municipal de Carnaxide.

Como tal, as suas criadoras, Irina Raimundo e Inês Pardal, decidiram comemorar essa data com uma atividade que dará a conhecer as personagens bizarras e os grandes heróis ambientais destas histórias que fazem bem ao planeta.

Aparece na Sala Infantil da Biblioteca Municipal de Carnaxide, no dia 15 de Novembro pelas 16h e vem conhecer as histórias que povoam esta exposição de ilustração, pela mão de quem as criou.

segunda-feira, 27 de Outubro de 2014

Conversas na Aldeia Global: Portugal na Europa, Que Futuro?, por Eduardo Lourenço

 
Na quinta-feira, 6 de Novembro, pelas 21h30, as Conversas na Aldeia Global contam com a participação do Professor Eduardo Lourenço para, a partir das suas obras e ensaios, partilhar com o público as questões que caracterizam os tempos atuais e as situações de conflito que marcam a atuação em sociedade nos dias de hoje.
Eduardo Lourenço nasceu em 1923 em São Pedro de Rio Seco (Guarda). Professor, filósofo, crítico e ensaísta, é considerado um dos maiores pensadores portugueses. Embora tenha residido em França desde os anos 1960, manteve sempre uma forte ligação a Portugal, refletindo sobre a sociedade portuguesa e a vida política do país.
Frequentou o Liceu da Guarda e formou-se em Ciências Histórico-Filosóficas pela Universidade de Coimbra, onde foi professor entre 1947 e 1953, lecionou depois em várias universidades, como a da Baía, no Brasil, e nas Universidades de Hamburgo, Heidelberg, Montpellier, Grenoble e Nice. Fixando residência em Vence, lecionou, até à sua jubilação (1988-1989), na Universidade de Nice. A produção ensaística de Eduardo Lourenço, abrangendo diversas áreas, da literatura e da arte aos acontecimentos políticos contemporâneos, tornou-se um fenómeno singular na cultura portuguesa.
A sua obra tem sido também permeada pela literatura, levando-o a escrever sobre escritores portugueses, como Miguel Torga, Vergílio Ferreira, Agustina Bessa-Luís, Jorge de Sena e José Saramago, entre outros, voltando a temas políticos quando a realidade o motiva a tal, como no caso da integração de Portugal na Europa.
Ao longo de toda a sua vida, recebeu variadíssimas distinções, nacionais e internacionais, como o Prémio PEN Clube, 1983; Prémio Europeu de Ensaio Charles Veillon, 1988; Prémio Camões e Prémio D. Dinis, 1996; Prémio Virgílio Ferreira, pela Universidade de Évora, 2000; condecoração francesa da Legião de Honra, 2002; Prémio Extremadura a la Creación, 2006; Prémio Pessoa, em 2011; e mais recentemente, o Prémio Jacinto do Prado Coelho, 2013.
Eduardo Lourenço é ainda Doutor Honoris Causa pelas Universidades do Rio de Janeiro (1995), Universidade de Coimbra (1996), Universidade Nova de Lisboa (1998) e Universidade de Bolonha (2006). Desde 2002 exerce as funções de administrador não executivo da Fundação Calouste Gulbenkian. 
Eduardo Lourenço incentivou inúmeras gerações do Portugal do séc. XX e XXI a questionar e a refletir sobre a identidade do povo português, seus mitos e desilusões, as suas relações com a Europa e a Lusofonia. Intérprete maior das questões da cultura portuguesa e universal, Eduardo Lourenço é tido como um dos mais prestigiados intelectuais europeus.
Contamos consigo em mais uma Conversa na Aldeia Global moderada por Vasco Trigo!
 
 
Mais informações:

quinta-feira, 23 de Outubro de 2014

Oficina de Culinária _ 1 de Novembro pelas 16h00 | BM Carnaxide


terça-feira, 21 de Outubro de 2014

Álvaro Laborinho Lúcio no Grupo de Leitores da Biblioteca Municipal de Oeiras

No passado mês de Setembro o Grupo de Leitores da Biblioteca Municipal de Oeiras leu "O chamador" da autoria de Álvaro Laborinho Lúcio. 
No âmbito da participação das Bibliotecas Municipais de Oeiras no Festival do Primeiro Romance de Chambéry (França), "O Chamador" que marca a estreia do autor na ficção é um dos livros da lista de pré-selecção para este Festival.


Ao longo de quase 2 horas Álvaro Laborinho Lúcio falou sobre este diálogo entre a imaginação e a memória, entre a fantasia e a realidade, um homem do teatro vai desfiando a trama da sua vida passada. Das ruas, praças e dos becos por onde andou, ergue o cenário de uma terra de que se apropria como sua. Da gente, esquecida ou marginalizada, constrói um alfabeto de nomes, e escolhe as personagens que "chama" para o acompanharem no caminho que conduz a uma possibilidade de verdade.

Na estreia ficcional de Álvaro Laborinho Lúcio, a itinerância intelectual, a mobilidade geográfica e social, a diversidade de tipos humanos retratados e a total disponibilidade para melhor os conhecer e compreender derivam do riquíssimo percurso pessoal e profissional do autor.
Sempre ligado à Justiça, operando num setor da vida pública em que a garantia dos direitos de uns passa pela supressão dos direitos de outros, Laborinho Lúcio presta aqui homenagem aos proscritos e esquecidos da sociedade, e restitui-lhes a estatura humana que lhes é devida.