quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Colóquio "Rios de Lama"


«Rios de Lama – Evocar as Cheias de Novembro de 1967 em Oeiras»
Auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras
25 de novembro de 2017

Transporte-Algés/Oeiras-9:00H Saída de Algés-Regresso às 17:30H
Local - Junto às Bibliotecas Municipais de Algés e Oeiras

PROGRAMA

9:30H-Receção aos participantes
9:45H-Sessão de Abertura - Representantes do Município de Oeiras
10:00H-O projeto cidadão «Cheias’67» – Grupo Histórias de Vida (GHV)
10:20H-«Historiar as catástrofes – a história oral, a memória e a representação» – Ana Delicado, Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa
10:40H-Pausa para café
11:10H-Estudos sobre cheias I –  «As cheias de 1967 – Um olhar geográfico» –  Paulo Gameiro, Ciência Cidadã, GHV
11:30H-Estudos sobre cheias II: «Gerir os rios: debates e iniciativas para controlar as inundações (séculos XIX-XX)» – Dulce Freire, Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa
11:50H-Estudos sobre cheias III: «A explosão do paiol do Carrascal, o boato e o pânico da população» – Helena Abreu, Ciência Cidadã, GHV
12:10H-Debate
13:00H-Almoço livre
14:30H-Mesa-redonda  «Lembrar as cheias: em torno do testemunho oral»
              Moderador – Helena Lopes, Jornalista
              - Testemunho filmado – Elisabeth Aguardela, GHV
             - As coleções Gulbenkian no Palácio Pombal – Maria Manuela Mota, antiga Conservadora  do Museu Calouste Gulbenkian
            - O movimento estudantil no rescaldo da catástrofe – Diana Andringa, Jornalista e ex-dirigente académica
16:30H-Lançamento da obra «As “Gotas de Ar Frio” que Inundaram a Grande Lisboa —Memória  as Cheias de 1967 — O Concelho de Oeiras», de Ana Paula Torres, Ciência Cidadã, GHV
17:30H-Encerramento dos trabalhos

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Dia Nacional do Pijama

Hoje é o Dia Nacional do Pijama... 20 de novembro! Neste dia as crianças pequenas são convidadas a ir para as escolas de pijama...


E vieram-nos visitar... Nas Bibliotecas Municipais de Oeiras, contaram-se e ouviram-se histórias de pijama.


Para saber mais sobre esta causa, clique:
http://www.mundosdevida.pt/_O_que_e_o_Dia_Nacional_do_Pijama







quinta-feira, 16 de novembro de 2017

As nossas sugestões...lilás, rosa ou violeta

Este mês desafiamo-lo a ler um livro cuja capa seja lilás, rosa ou violeta:

Ana Karenina parece ter tudo - beleza, dinheiro, popularidade e um filho adorado. Mas sente um vazio na sua vida até ao momento em que conhece o arrebatador conde Vronsky. A relação que em breve se inicia entre ambos escandaliza a sociedade e a família, e traz no seu encalce ciúme e amargura. Em contraste com esta história de amor e autodestruição, encontramos Konstantin Levin, um homem em busca da felicidade e de um sentido para a sua vida.
Neste romance os leitores poderão ler a história de um estranho hoteleiro, do seu enigmático hotel, de uma passagem secreta e em tempos obstruída, do vício pouco ortodoxo de que o hoteleiro é vítima e cúmplice, das duas mulheres com as quais mantém relações ambíguas, da perplexidade ou inocência dos hóspedes. Mas a vida de Joaquim Heliodoro não é linear, a sua história cruza-se com arquitetura, curiosidade e pornografia, bem como com os problemas que daí derivam ou aí conduzem. Prémio Pen Club 2015.

Winston Smith é funcionário do Ministério da Verdade, onde se dedica a "corrigir" os factos históricos ao sabor das conveniências do Partido. Porque "Quem controla o passado, controla o futuro: e quem controla o presente, controla o passado", como diz o slogan partidário. Mas Winston Smith corre um grave risco, porque a sua memória ainda funciona. E ele sabe que a imagem do Estado e do Partido são uma ficção, que os cidadãos são controlados através da mentira. E a Polícia do Pensamento, que quase consegue ler a mente dos indivíduos, sabe que ele sabe. E ainda por cima Winston apaixona-se por Júlia, um amor que é proibido. Entra então para uma organização que se chama a Irmandade, para combater o Partido. No entanto, como Deus, o Grande Irmão é omnipresente e vê-nos onde quer que estejamos, sejam momentos públicos ou íntimos...

Muito mais do que um romance de amor e aventuras… Um marinheiro sem barco, desterrado do mar, conhece uma estranha mulher, que possui, talvez sem o saber, a resposta a perguntas que certos homens fazem desde há séculos. Arturo Pérez-Reverte, o autor espanhol contemporâneo mais lido no mundo inteiro, leva-nos, na companhia de Coy e Tanger, à procura do Dei Gloria, um bergantim que há mais de duzentos anos repousa nas águas profundas do Mediterrâneo. De Barcelona a Madrid, de Cadiz a Gibraltar, ao longo das costas de Cartagena, o objectivo é sempre um tesouro fabuloso, que talvez contenha a resposta a um dos grandes enigmas da história de Espanha. Nunca o mar e a História, a aventura e o mistério, se tinham combinado de um modo tão extraordinário. De Melville a Stevenson e Conrad, de Homero a Patrick O’Brian, toda a grande literatura escrita sobre o mar lateja nas páginas desta história fascinante e inesquecível, assinada por um grande autor ibérico de projeção internacional.
Vicky Rai, um playboy filho de um influente político indiano, mata a jovem Ruby num restaurante em Nova Deli apenas porque ela recusa servir-lhe uma bebida. Sete anos depois, Vicky é julgado e absolvido pelo seu crime. E decide celebrar com uma festa de arromba. Mas esta festa vai ter um final inesperado quando Vicky é encontrado… Morto.Entre os 300 glamorosos convidados, a polícia encontra seis pessoas estranhas e deslocadas naquele meio, todas elas com algo em comum. Cada um deles teve motivos mais do que suficientes para premir o gatilho. Inspirado em acontecimentos reais, o muito aguardado segundo romance de Vikas Swarup é um livro de leitura compulsiva que oferece um olhar perspicaz sobre a alma e coração da Índia contemporânea.

Maria: foi recentemente abandonada pelo seu companheiro. Raquel: deixou o seu amante, um homem casado. Elsa: vive traumatizada por uma violação. Susi: a morte do irmão deixou-a sem perspetivas. Quatro mulheres sós, sem companheiros românticos, sem filhos, longe das famílias. Através das suas histórias cruzadas, emerge o retrato de uma cidade em que toda a gente parece conhecer-se, mas onde de facto, cada ser vive no anonimato da sua identidade, e dos seus sentimentos. Com este misto de crueldade e humor que marcara os seus romances anteriores - Amor,curiosidade e dúvidas e Beatriz e os corpos celestes - a autora interroga os tradicionais papéis femininos e a sua validade neste nosso presente. Das relações entre mulheres à pseudo guerra dos sexos, Lucía Etxebarria desmonta a lógica (ou a falta dela) na nossa existência urbana. No fundo do túnel, há talvez uma nova forma de redenção. Mas por um preço.


quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Formação na Biblioteca Municipal de Algés: Introdução ao Google Earth


terça-feira, 14 de novembro de 2017

Livros Proibidos - Ciclo de Conversas. A Casa dos Espíritos, de Isabel Allende. Com a atriz Maria João Luís.

É já amanhã, dia 15 de Novembro, às 21H30 que terá lugar a sexta sessão do projeto Livros Proibidos, desta feita dedicada à obra de Isabel Allende, A Casa dos Espíritos. Pelo olhar da atriz Maria João Luís e a moderação de Maria Flor Pedroso.

A Casa dos Espíritos, de Isabel Allende é uma daquelas obras marcantes no imaginário e universo de qualquer leitor do mundo. Um texto de riqueza literária notável, onde as personangens femininas são estranhos anjos que acordam ao amanhecer e que se revelam ou não aos simples mortais. Entidades quase incorpóreas que não se demoram na simples temporalidade do quotidiano, mas acabam por ganhar uma dimensão poética, num outro plano onde se concretizam. A razão da sua inclusão num painel de Livros Proibidos dedicado ao tema Corpo e Identidades prende-se também com a riqueza e complexidade deste universo feminino que atravessa várias gerações da família Trueba. Os nomes são já e por si só simbólicos e metafóricos desta realidade: Nívea, a claravidente Clara, a estranhamente bela Rosa ou Alba. São personagens inesquecíveis, transcendentais ou até mesmo viciantes para o universo masculino que, num contexto de uma sociedade patriacal, não as consegue dominar. Elas estão muito para além deles… Por outro lado, trata-se de um texto escrito pela nossa autora durante o seu exílio forçado, na exuberante Venezuela da década de 80 e que tem no seu enredo ingredientes simultanemanete reais e ficcionados sobre a revolução socialista chilena (com um dos grandes protagonistas Salvador Allende, primo de seu pai,  e o golpe de estado de Augusto Pinochet com a subsequente ditadura que se instalou no Chile). Foram, de resto, estes acontecimentos e a herança do nome Allende que obrigaram a nossa autora a sair da sua pátria, onde tinha toda a sua vida estabelecida, e iniciar uma diáspora que só terminaria aquando do restabelecimento da democracia no seu país. Por tudo isto, A Casa dos Espíritos seria obrigatoriamente um texto a revisitar, não só pelo encantamento, densidade e complexidade das suas personagens que se tornam numa marca difícil de esquecer, mas por constituir um daqueles casos de sucesso literário e de vendas, ajudando a contextualizar alguns dos acontecimentos mais importantes chilenos e que se inscrevem na tentativa humana de lutar sempre por um mundo melhor, com mais oportunidades para todos e mais justiça. O percurso da nossa autora, que é já longo, fala bem sobre todas as causas que já abraçou e aventuras que vivenciou. Porque não se pode contar a história sem viver dentro dela. Depois, e naturalmente, pela enorme capacidade que tem em manejar as palavras, que brotam dentro dela como sementes lançadas em terra fértil. Uma vocação que não se explica...
Consultar o Guião de Leitura

"A casa das Tias"- com Cristina Serôdio


No dia 15 de Novembro (quarta-feira) a Biblioteca Municipal de Algés promove uma sessão com a escritora Cristina Almeida Serôdio que irá falar-nos sobre o seu primeiro romance  «A casa das Tias».
«Uma acidentada herança dá a M. a casa das tias solteiras, irmãs do avô, que visitava nos Setembros da sua infância. A visita à casa fechada há muitos anos e a passagem pelos seus lugares privados faz-se na companhia de uma velha amiga de escola, que a pedido de M., a partir do que ouve e vê, inventa e compõe uma história de família.
Como pequenas partes de um espelho estilhaçado que reflete uma realidade multifacetada, assim se constrói este livro, com pequenos retratos, breves descrições, episódios passados entre figuras da casa, o tempo e os dias na aldeia e na cidade.».
Não deixe de vir esta sessão.
Sessão aberta ao público em geral.