Grupo de Leitores de algés - Sessão com Isabela Figueiredo

Isabela
Figueiredo nasceu em Lourenço Marques, Moçambique, hoje Maputo, em 1963. Após a
independência de Moçambique, em 1975, rumou a Portugal, incorporando o
contingente de retornados. Foi jornalista no Diário de Notícias e é professora
de Português. Estudou Línguas e Literaturas Lusófonas, Sociologia das Religiões
e Questões de Género. Publicou os seus primeiros textos no extinto suplemento DN
Jovem, do Diário de Notícias, em 1983.
É autora de Conto É Como Quem Diz (Odivelas: Europress, 1988), novela que recebeu o primeiro prémio da Mostra Portuguesa de Artes e Ideias, em 1988, e de Caderno de Memórias Coloniais, cuja primeira edição data de 2009. Escreve regularmente no blogue Novo Mundo. Desenvolve workshops de escrita criativa e participa em seminários e conferências sobre as suas principais áreas de interesse: estratégias de poder, de exclusão/inclusão, colonialismo dos territórios, géneros, corpo, culturas e espécies." (biografia retirada da Wook: https://www.wook.pt/autor/isabela-figueiredo/1150827).
É autora de Conto É Como Quem Diz (Odivelas: Europress, 1988), novela que recebeu o primeiro prémio da Mostra Portuguesa de Artes e Ideias, em 1988, e de Caderno de Memórias Coloniais, cuja primeira edição data de 2009. Escreve regularmente no blogue Novo Mundo. Desenvolve workshops de escrita criativa e participa em seminários e conferências sobre as suas principais áreas de interesse: estratégias de poder, de exclusão/inclusão, colonialismo dos territórios, géneros, corpo, culturas e espécies." (biografia retirada da Wook: https://www.wook.pt/autor/isabela-figueiredo/1150827).
«
Obra vencedora do Prémio Literário Urbano Tavares
Rodrigues 2017 Maria Luísa, a heroína deste romance, é uma bela rapariga,
inteligente, boa aluna, voluntariosa e com uma forte personalidade. Mas é gorda.
E isto, esta característica física, incomoda-a de tal modo que coloca tudo o
resto em causa. Na adolescência sofre, e aguenta em silêncio, as piadas e os
insultos dos colegas, fica esquecida, ao lado da mais feia das suas colegas, no
baile dos finalistas do colégio. Mas não desiste, não se verga, e vai em frente,
gorda, à procura de uma vida que valha a pena viver. Este é um dos melhores
livros que se escreveu em Portugal nos últimos
anos.».
Venha partilhar esta experiência com a
escritora!
Sessão aberta ao público em
geral
Sem comentários:
Enviar um comentário