Autor do mês - Miguel Real
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De 11 de Junho a 11 Julho esteve patente uma exposição sobre a Vila de Algés. Tendo por base uma colecção particular de postais ilustrados que documentam episódios do século XX, o património natural e edificado, os costumes e as actividades económicas da vila de veraneio.
A par da exposição, realizou - se um debate alusivo com personalidades desta localidade.
“ O vocativo Algés aplicava-se indistintamente a tudo o que é hoje Alcântara, Calvário, Tapada, Santo Amaro, Junqueira, Rio Seco, Ajuda, Belém, Bom Sucesso, Pedrouços, Algés, Dafundo e Cruz Quebrada.
Devia haver, porém, um vilar chamado Algés – que ao mais certo, ficava sobranceiro à ribeira do mesmo nome, a meia encosta do monte. E foi desse vilar que proveio o nome do reguengo (Reguengo de Algés ou Algés de Ribamar).
Desta circunstância é lícito inferir que, em 1147, quando Lisboa foi reavida pelos cristãos, não existia, desde o pequeno casario aglomerado a oriente da vetusta ponte árabe que lhe dava o nome – Alcântara – até ao Jamor, outra terreola que não Algés.”
Mário de Sampayo Ribeiro, Da Velha Algés (1938)
Sinopse: Quando fez 30 anos, Elizabeth Gilbert tinha tudo o que uma mulher americana formada e ambiciosa podia querer: um marido, uma casa, uma carreira de sucesso. Mas em vez de estar feliz e realizada, sentia-se confusa e assustada. Depois de um divórcio infernal e de uma história de amor fulminante acabada em desgraça, Gilbert tomou uma decisão: abdicar de tudo, despedir-se do emprego e passar um ano a viajar sozinha. "Comer na Itália, Orar na Índia e Amar na Indonésia" é uma micro-autobiografia desse ano.
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2 Isabel Stilwell - D. Amélia Rainha exilada que deixou o coração em PortugalSinopse: Uma rainha não foge, não vira costas ao seu destino, ao seu país. D. Amélia de Orleães e Bragança era uma mulher marcada pela tragédia quando embarcou, em Outubro de 1910, na Ericeira rumo ao exílio. Essa palavra maldita que tinha marcado a sua família e a sua infância. O povo acolheu-a com vivas, anos antes, quando chegou a Lisboa. Admirou a sua beleza, comentou como era alta e ficou encantado com o casamento de amor a que assistiu na Igreja de São Domingos. A princesa sentia-se uma mulher feliz. Mas cedo começou a sentir o peso da tragédia. O povo que a aclamou agora criticava os seus gestos, mesmo quando eram em prol dos mais desfavorecidos. O marido, aos poucos, afastava-se do seu coração, descobriu-lhe traições e fraquezas e nem o amor dos seus dois filhos conseguiu mitigar a dor. Nos dias mais tristes passava os dedos pelo colar de pérolas que D. Carlos lhe oferecera, 671 pérolas, cada uma símbolo dos momentos felizes que teimava em não esquecer.
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“É em Itália e no século dezassete que uma princesa dizia, com delícia tomando um gelado na noite de um dia muito quente: - Que pena que isto não seja pecado!” Stendhal
Panacotta
Boas Férias por Entrelinhas!