quarta-feira, 17 de julho de 2013

12º Aniversário da Biblioteca Municipal de Algés... um dia de festa na biblioteca!

No passado dia 13 de Julho a Biblioteca Municipal de Algés comemorou o seu 12º aniversário no espaço do Palácio Ribamar. Depois de 33 anos a funcionar no Palácio Anjos, em 2001 a Biblioteca Municipal de Algés mudou-se para as actuais instalações ganhando assim novos espaços, serviços e mais visibilidade junto da comunidade.

Como forma de assinalar este dia especial a equipa da Biblioteca Municipal de Algés preparou um conjunto de actividades destinados aos nossos utilizadores e para todos os públicos.

Durante os meses de Julho e Agosto pode ser visitada uma pequena exposição comemorativa dos 12 anos da Biblioteca Municipal de Algés. A exposição "12 anos, 12 fotos" pretende mostrar as mudanças ocorridas na Biblioteca entre o Palácio Anjos e o Palácio Ribamar e realçar o impacto da instalação desta biblioteca no espaço actual.








Este dia começou logo de manhã com uma sessão de hora do conto sobre o livro "História do Livro Activo". Numa sessão cheia de mensagens sobre o nosso amigo livro. A autora, Conceição Areias, dramatizou a história deste livro dando a conhecer as vantagens e mais-valias deste objecto do quotidiano: "Era um livro com esperança, Em cima de uma prateleira. Para dar alegria a uma criança: Desafiou-a para a brincadeira."

 

A nossa festa de aniversário continuou durante a tarde com 2 actividades: uma destinada às famílias e outra destinadas ao público adulto.

Ao início da tarde aprendemos a fazer uma tarde de mamute. Depois de uma hora do conto sobre o livro "A tarde de mamute"  (autor: Jeanne Willis, ilustrador: Tony Ross), seguiu-se um atelier de culinária onde ficamos a conhecer melhor a receita para fazer uma tarde de mamute e a razão porque Og queria caçar o mamute.
No final todos os participantes levaram a receita da tarde de mamute bem guardada num frasco decorado.


 



Quase ao mesmo tempo decorrida a apresentação do livro "Revolução paraíso" de Paulo M. Morais. 
Neste livro o autor alterna realidade e ficção, num romance que nos transporta aos agitados dias da pós-revolução: o retrato de um país que, entre o PREC e as eleições livres, procura um novo rumo. Numa sessão de conversa e diálogo Paulo M. Morais falou-nos sobre a escrita deste romance que teve como ponto de partida uma selecção de recortes de imprensa da época herdada da avó e que o levaram a escrever sobre este importante período da história recente nacional. Mais interessado em descrever o período do PREC através de personagens comuns e que faziam parte do quotidiano da Lisboa do que das elites e das grandes figuras da história, o autor apresenta-nos um retrato acessível, claro e descomprometido dos acontecimentos.





Para terminar o dia em grande, e porque aniversário a sério tem de ter um bolo, cantámos os parabéns à Biblioteca Municipal de Algés e desejámos muitas felicidades e muitas anos de vida!





  
Para todos os que vieram comemorar o nosso aniversário tínhamos preparada uma surpresa! Um presente especial para todos os amigos da bibliotecas! Um Livro!





Já a caminho do 13º aniversário... para o ano há mais!
Ficamos à sua espera nas nossas actividades e vamos preparar novas surpresas e um novo bolo de aniversário.

terça-feira, 16 de julho de 2013

"Histórias de Pontuar" na Biblioteca Municipal de Algés

A escritora Suzana Ramos e a ilustradora Marta Neto estiveram na Biblioteca de Algés e fizeram a apresentação do livro "Histórias de Pontuar"da sua autoria.

Decorámos uma mala de viagem, escrevemos mensagens e ainda tivemos livros autografados pelas autoras.

Era uma vez uma história com sinais de pontuação sobre uma outra história que nem sequer um sinal de pontuação tinha. Por causa disso mesmo, mas também por outras razões que agora não vêm ao caso, a vírgula Virgulina, que anda sempre assombrada pela inquietação, três reticências apaixonadas por um ponto de exclamação com uma grande crise de identidade, um ponto de interrogação com uma veia filosófica que faz de narrador perguntador, entre outros sinais de pontuação, decidem mostrar a sua perplexidade e indignação.

Neste livro onde o sentido de humor convive com muitos jogos de linguagem bem como com a necessidade de colocar rigorosamente personagens improváveis no seu devido lugar.





Foi uma tarde muito divertida e cheia de sorrisos...

segunda-feira, 15 de julho de 2013

De mão em mão - Oferta de livros

As Bibliotecas Municipais de Oeiras disponibilizam manuais escolares usados com data posterior a 2009 (inclusive) aos munícipes e estudantes do concelho de Oeiras.

Para aceder a este serviço:

- Consultar o catálogo para verificar se existem os livros que pretende ou dirigir-se à biblioteca mais próxima;

- Para realizar o empréstimo dos livros pretendidos tem de apresentar um comprovativo de morada, cartão da escola ou documento que comprove a inscrição;

- Os livros são disponibilizados por um ano lectivo;

- Não se efectuam reservas dos manuais escolares. 

Para mais informações contacte a Biblioteca Municipal mais próxima.

De mão em mão - Recolha de livros

As Bibliotecas Municipais de Oeiras aceitam livros escolares usados com data de edição posterior a 2009 (inclusive) e que estejam em bom estado de forma a que possam ser reutilizados. Os livros podem ser entregues na Bibliotecas Municipais de Oeiras, Algés e Carnaxide.

Para mais informações contacte a biblioteca mais próxima.




quinta-feira, 11 de julho de 2013


 
As bibliotecas - Valter Hugo Mãe
(Jornal de Letras, 15 a 28 de maio) 
As bibliotecas são como aeroportos. São lugares de viagem. Entramos numa biblioteca como quem está a ponto de partir. E nada é pequeno quando tem uma biblioteca. O mundo inteiro pode ser convocado à força dos seus livros.
Todas as coisas do mundo podem ser chamadas a comparecer à força das palavras, para existirem diante de nós como matéria da imaginação. As bibliotecas são do tamanho do infinito e sabem toda a maravilha.
Os livros são família direta dos aviões, dos tapetes-voadores ou dos pássaros. Os livros são da família das nuvens e, como elas, sabem tornar-se invisíveis enquanto pairam, como se entrassem para dentro do próprio ar, a ver o que existe dentro do ar que não se vê.
O leitor entra com o livro para dentro do ar que não se vê.
Com um pequeno sopro, o leitor muda para o outro lado do mundo ou para outro mundo, do avesso da realidade até ao avesso do tempo. Fora de tudo, fora da biblioteca. As bibliotecas não se importam que os leitores se sintam fora das bibliotecas.
Os livros são toupeiras, são minhocas, eles são troncos caídos, maduros de uma longevidade inteira, os livros escutam e falam ininterruptamente. São estações do ano, dos anos todos, desde o princípio do mundo e já do fim do mundo. Os livros esticam e tapam furos na cabeça. Eles sabem chover e fazer escuro, casam filhos e coram, choram, imaginam que mais tarde voltam ao início, a serem como crianças. Os livros têm crianças ao dependuro e giram como carrosséis para as ouvir rir. Os livros têm olhos para todos os lados e bisbilhotam o cima e baixo, o esquerda e direita de cada coisa ou coisa nenhuma. Nem pestanejam de tanta curiosidade. Querem ver e contar. Os livros é que contam.
As bibliotecas só aparentemente são casas sossegadas. O sossego das bibliotecas é a ingenuidade dos incautos. Porque elas são como festas ou batalhas contínuas e soam trombetas a cada instante e há sempre quem discuta com fervor o futuro, quem exija o futuro e seja destemido, merecedor da nossa confiança e da nossa fé.
Adianta pouco manter os livros de capas fechadas. Eles têm memória absoluta. Vão saber esperar até que alguém os abra.
Até que alguém se encoraje, esfaime, amadureça, reclame direito de seguir maior viagem. E vão oferecer tudo, uma e outra vez, generosos e abundantes. Os livros oferecem o que são, o que sabem, uma e outra vez, sem refilarem, sem se aborrecerem de encontrar infinitamente pessoas novas. Os livros gostam de pessoas que nunca pegaram neles, porque têm surpresas para elas e divertem-se a surpreender. Os livros divertem-se.
As pessoas que se tornam leitoras ficam logo mais espertas, até andam três centímetros mais altas, que é efeito de um orgulho saudável de estarem a fazer a coisa certa. Ler livros é uma coisa muito certa. As pessoas percebem isso imediatamente. E os livros não têm vertigens. Eles gostam de pessoas baixas e gostam de pessoas que ficam mais altas.
Depois da leitura de muitos livros pode ficar-se com uma inteligência admirável e a cabeça acende como se tivesse uma lâmpada dentro. É muito engraçado. Às vezes, os leitores são tão obstinados com a leitura que nem acendem a luz. Ficam com o livro perto do nariz a correr as linhas muito lentamente para serem capazes de ler. Os leitores mesmo inteligentes aprendem a ler tudo. Leem claramente o humor dos outros, a ansiedade, conseguem ler as tempestades e o silêncio, mesmo que seja um silêncio muito baixinho. Os melhores leitores, um dia, até aprendem a escrever. Aprendem a escrever livros. São como pessoas com palavras por fruto, como as árvores que dão maçãs ou laranjas. Dão palavras que fazem sentido e contam coisas às outras pessoas. Já vi gente a sair de dentro dos livros. Gente atarefada até com mudar o mundo. Saem das palavras e vestem-se à pressa com roupas diversas e vão porta fora a explicar descobertas importantes. Muita gente que vive dentro dos livros tem assuntos importantes para tratar. Precisamos de estar sempre atentos. Às vezes, compete-nos dar despacho. Sim, compete-nos pôr mãos ao trabalho. Mas sem medo. O trabalho que temos pela escola dos livros é normalmente um modo de ficarmos felizes.
Este texto é um abraço especial à biblioteca da escola Frei João, de Vila do Conde, e à biblioteca do Centro Escolar de Barqueiros, concelho de Barcelos. As pessoas que ali leem livros saberão porquê. Não deixa também de ser um abraço a todas as demais bibliotecas e bibliotecários, na esperança de que nada nos convença de que a ignorância ou o fim da fantasia e do sonho são o melhor para nós e para os nossos. Ler é esperar por melhor.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Hora do conto e atelier "A tarde de mamute"


No Sábado, dia 13 de Julho às 15h30, vem aprender a fazer  "A tarte de Mamute”, numa hora do conto seguido de atelier de culinária e escrita.



"No cimo da montanha vive um gordo mamute.Lá em baixo, no vale, vive um homem das cavernas esfomeado que, ao olhar para mamute, imagina uma tarte deliciosa. Mas transformar um mamute numa tarte não vai ser tarefa fácil para o nosso herói!" 

Que tal vires à biblioteca fazer um bolo? Será um bolo de mamute?! Vem ver e provar.



Público-alvo: Famílias com crianças dos 6 aos 12 anos
Informações: 21.097.74.80

terça-feira, 9 de julho de 2013

12º Aniversário da Biblioteca Municipal de Algés

No dia 13 de Julho, Sábado, a Biblioteca Municipal de Algés comemora o seu 12º aniversário! 
Para a festa ser melhor vem comemorar connosco!


Apresentação do livro e atelier de "História do Livro Activo"

No próximo Sábado, dia 13 de Julho às 10h30, Conceição Areias apresentará o seu livro "História do Livro Activo" na Biblioteca Municipal de Algés.



Era um livro com esperança, Em cima de uma prateleira. Para dar alegria a uma criança: Desafiou-a para a brincadeira.

Público-alvo: Famílias com crianças dos 3 aos 6 anos

Informações e inscrições: 21.097.74.80

segunda-feira, 8 de julho de 2013

TOP das Bibliotecas Municipais de Oeiras

Fique a conhecer quais os livros de ficção mais procurados na Rede de Bibliotecas Municipais de Oeiras em ABRIL, MAIO E JUNHO de 2013.

Este TOP tem uma actualização trimestral.


1.º José Rodrigues dos Santos - A mão do Diabo

Sinopse:  A crise atingiu Tomás Noronha. Devido às medidas de austeridade, o historiador é despedido da faculdade e tem de se candidatar ao subsídio de desemprego. À porta do centro de emprego, Tomás é interpelado por um velho amigo do liceu perseguido por desconhecidos.
O fugitivo escondeu um DVD escaldante que compromete os responsáveis pela crise, mas para o encontrar Tomás terá de decifrar um criptograma enigmático.
O Tribunal Penal Internacional instaurou um processo aos autores da crise por crimes contra a humanidade. Para que este processo seja bem-sucedido, e apesar da perseguição implacável montada por um bando de assassinos, é imperativo que Tomás decifre o criptograma e localize o DVD com o mais perigoso segredo do mundo.

2.º Maria Teresa Horta - As luzes de Leonor

Sinopse: Um romance sinfónico sobre a Marquesa de Alorna, Leonor de Almeida Portugal, neta dos Marqueses de Távora, uma figura feminina ímpar na história literária e política de Portugal. A grande escritora Maria Teresa Horta, persegue-a e vigia-a nos momentos mais íntimos, atraída pela desmesura de Leonor, no seu permanente conflito entre a razão e a emoção. Acompanha-a no voo de uma paixão, que seduz os espíritos mais cultos da época, o chamado "século das luzes", e abre as portas ao romantismo em Portugal.




3.º Carlos Ruiz Zafón O Príncipe da Neblina

Sinopse: O primeiro livro da trilogia Neblina.
Um diabólico príncipe que tem a capacidade de conceder e realizar qualquer desejo... a um preço muito elevado.
O novo lar dos Carver, numa remota aldeia da costa sul inglesa, está rodeado de mistério. Respira-se e sente-se a presença do espírito de Jacob, o filho dos antigos donos, que morreu afogado.
As estranhas circunstâncias dessa morte só se começam a perceber à medida que os jovens Max, a irmã Alicia e o amigo Roland vão descobrindo factos muito perturbadores sobre uma misteriosa personagem de seu nome… o Príncipe da Neblina.


4.º Isabel Stilwell - D. Maria II: tudo por um reino

Sinopse: Com apenas 7 anos, Maria da Glória torna-se rainha de Portugal. Um país do outro lado do oceano que nunca havia pisado. A sua infância foi vivida no Brasil, entre o calor e os papagaios coloridos que admirava na companhia dos seus irmãos e da sua adorada mãe. A ensombrar esta felicidade apenas Domitília, a amante do seu pai, imperador do Brasil e D. Pedro IV de Portugal. Em 1828 parte rumo a Viena para ser educada na corte dos avós. Traída pelo seu tio D. Miguel, que se declara rei de Portugal, e a quem estava prometida em casamento, D. Maria acaba por desembarcar em Londres onde conhece Vitória, a herdeira da coroa de Inglaterra a quem ficará para sempre ligada por uma estreita relação de amizade. Aos 15 anos, finda a guerra civil, D. Maria pisa pela primeira vez o solo do seu país. Fracassada a sua união com o tio, agora exilado, casa-se com Augusto de Beauharnais que um ano depois morre de difteria. Maria era teimosa, não desistia assim tão facilmente da sua felicidade e encontra-a junto de D. Fernando de Saxo-Coburgo-Gotha, pai dos seus onze filhos, quatro deles mortos à nascença.
ver este título no catálogo da biblioteca


5.º Miguel Sousa Tavares - Madrugada suja

Sinopse: No princípio, há uma madrugada suja: uma noite de álcool de estudantes que acaba num pesadelo que vai perseguir os seus protagonistas durante anos. Depois, há uma aldeia do interior alentejano que se vai despovoando aos poucos, até restar apenas um avô e um neto. Filipe, o neto, parte para o mundo sem esquecer a sua aldeia e tudo o que lá aprendeu. As circunstâncias do seu trabalho levam-no a tropeçar num caso de corrupção política, que vai da base até ao topo. Ele enreda-se na trama, ao mesmo tempo que esta se confunde com o seu passado esquecido. Intercaladamente, e através de várias vozes narrativas, seguimos o destino dessa aldeia e em simultâneo o dos protagonistas daquela madrugada suja e daquela intriga política. Até que o final do dia e o raio verde venham pôr em ordem o caos aparente. 

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Oeiras Wi-Fi Zone

 
Os Jardins do Palácio do Marquês de Pombal são o primeiro local do concelho onde é possível ligar-se à internet gratuitamente, usufruindo da Oeiras Wi-Fi Zone.

Durante o verão o Município de Oeiras vai disponibilizar outros hotspots, no Porto de Recreio, na praia da Torre e na Fábrica da Pólvora de Barcarena, permitindo que possa consultar o seu e-mail, aceder às aplicações da sua empresa ou simplesmente navegar na internet, enquanto passeia ou relaxa numa esplanada, de forma cómoda e sem custos.
 
Traga o seu telemóvel, computador portátil, PDA ou qualquer outro equipamento compatível com wi-fi e usufrua do espaço livre enquanto se mantém ligado!
Até ao final do ano outros locais serão abrangidos, um pouco por todo o concelho de Oeiras.
 
Fonte: Página CMO

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Onda de Leitura...

Neste Verão quente, a Biblioteca Municipal de Algés convida-o a refrescar-se nas nossas sugestões de leituras...


Venha visitar-nos e apanhe a onda de leitura que temos para si!

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Caixa de devoluções na Biblioteca Municipal de Algés

Desde o passado dia 1 de Julho está disponível na Biblioteca Municipal de Algés uma caixa para devolução de documentos pertencentes às Bibliotecas Municipais de Oeiras.

Esta caixa está instalada no R/C do Palácio Ribamar, por baixa da entrada da biblioteca municipal.

Com a disponibilização desta nova funcionalidade, as Bibliotecas Municipais de Oeiras, pretendem facilitar a devolução de documentos fora do horário de abertura ao público.

Uma vez que os documentos são retirados uma vez por dia, os utilizadores são responsáveis pela devolução dos documentos dentro do prazo de empréstimo.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Conversas na Aldeia Global: Entre Gerações, por Laurinda Alves

Laurinda Alves é a convidada da próxima sessão de Conversas na Aldeia Global, na quinta-feira, 27 de junho, pelas 21h30, no Auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras.

A conversa é dedicada a outros sentidos para as novas cidadanias, orientações e preocupações com as várias formas de exclusão social, desigualdade de oportunidades e respetivas políticas e práticas para as ultrapassar.
Com base no seu envolvimento em projetos de promoção da coesão social, como é o caso do «Entre Gerações», virá falar-nos desta iniciativa intergeracional e dos desafios do envelhecimento no mundo. A conversa alude ainda ao projeto «Dialogue Café» que assenta na plataforma que promove o envolvimento cívico entre vários países do mundo e está aliada ao espaço físico de encontro, debate e partilha de ideias.

Laurinda Alves, jornalista, autora e apresentadora de programas de televisão, criou a revista XIS que dirigiu até ao momento em que foi editada em livro. Repórter na RTP, foi distinguida com o Prémio do Clube dos Jornalistas pelo seu trabalho de investigação sobre a morte do general Humberto Delgado. Diretora da revista Pais &Filhos, colaboradora da TSF e, depois, da Rádio Renascença foi, também, colunista no Independente e, mais tarde, no jornal Público. Em 2000, foi distinguida com o grau de Comendador da Ordem do Mérito pelo debate e defesa das questões educativas.
 
 

Afinidades Electivas: Encontro de autores de língua portuguesa e alemã

O festival literário Afinidades Electivas, que se realiza de 28 e 30 de Junho, pretende assumir-se como um encontro entre as literaturas e culturas portuguesa e alemã.
“Falar é uma necessidade, escutar é uma arte”. Por isso mesmo, este festival quer ser o local onde se encontram a necessidade de comunicar e afirmar a nossa singularidade com a arte de descobrir o Outro e a relação que nos une.

Durante três dias, doze escritores de língua portuguesa e alemã vão protagonizar sete mesas de debate sobre os temas, os livros e as memórias que unem duas tradições culturais aparentemente distantes.
As sessões deste Festival são repartidas entre a sede do Goethe-Institut, em Lisboa, e o Auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras:

28 de Junho de 2013, 19h00, Goethe-Institut Lisboa
Olga Grjasnowa e Teolinda Gersão
Viver numa pátria sem fronteiras

29 de Junho de 2013, 15h30, Biblioteca Municipal Oeiras
Olga Flor e Joana Bértholo
Os falhados ganham grandeza

29 de Junho de 2013, 17h30, Biblioteca Municipal Oeiras
Stephan Thome e Sandro William Junqueira
Centro e periferia, uma dialéctica sem síntese

29 de Junho de 2013, 21h00, Goethe-Institut Lisboa
Abbas Khider e João Ricardo Pedro
Da Rádio Argel ao Bagdad

30 de Junho de 2013, 11h00, Biblioteca Municipal Oeiras
Arezu Weitholz e Afonso Cruz
O ser e o ter, da vida à produtividade

30 de Junho de 2013, 15h30, Goethe-Institut Lisboa
Ursula Krechel e Dulce Maria Cardoso
A história escreve-se com cicatrizes

30 de Junho de 2013, 17h30, Goethe-Institut Lisboa
Conversa com os autores alemães convidados
A literatura alemã apresenta-se

Este festival resulta de uma organização conjunta da Booktailors e do Goethe-Institut, com o apoio da Embaixada da Áustria e do Município de Oeiras.

Mais informações na página do evento: https://www.facebook.com/AfinidadesElectivas/photos_stream#!/AfinidadesElectivas

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Mômô & Jôjô - A Viagem na Biblioteca Municipal de Carnaxide

Foi no dia 15 de Junho que a Biblioteca Municipal de Carnaxide recebeu a Gazela Negra com 'Mômô & Jôjô - A Viagem'.
Aqui ficam alguns momentos muito bem passados...








Obrigada à Gazela Negra pelo seu excelente trabalho!

Não percam!... O próximo espétaculo 'Mômô & Jôjô - A Viagem', na Biblioteca Municipal de Algés, no dia 14 de Setembro!

Viagens por Entre Linhas na Biblioteca de Algés

Com o Viagens por EntreLinhas
Contámos muitas histórias cheias de alegria
Agora é esperar
Que à Biblioteca de Algés possam voltar!


Histórias para os mais pequenos...
Histórias às escondidas...
 

Histórias para representar...
Histórias para participar...

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Efemérides: 125 Anos do Nascimento de Fernando Pessoa (1888-1935)

No dia 13 de Junho celebram-se os 125 anos do nascimento de Fernando Pessoa. Provavelmente o autor português mais traduzido, deixou inédito um extenso legado que só progressivamente tem sido dado a conhecer ao público, fruto do dedicado, persistente e paciente trabalho de gerações de pessoanos. Muito se tem publicado, desde o trabalho pioneiro de Adolfo Casais Monteiro, em 1942, mas a análise atenta do espólio de Pessoa (cerca de 27.000 documentos à guarda da Biblioteca Nacional de Portugal) ainda permite (e irá permitir) ocasionais descobertas de materiais inéditos, sejam textos poéticos, de ensaio, ou pensamentos soltos.



Se em grande medida viveu para a escrita, as circunstâncias nunca lhe permitiram viver da escrita, de que é sintomática a forma como, em Março de 1935 - o ano da sua morte - se autodefine: “A designação mais própria será «tradutor», a mais exacta a de «correspondente estrangeiro em casas comerciais». O ser poeta e escritor não constitui profissão, mas vocação.
A Hemeroteca Digital preparou um álbum de recortes de imprensa cuja recolha incidiu em 4 momentos chave: a publicação da Mensagem, em 1934, e a candidatura, com este livro, ao prémio do Secretariado de Propaganda Nacional; a morte de Pessoa, em 30 de Novembro de 1935; o cinquentenário da morte, em 1985; e o centenário do nascimento, em 1988.
O resultado deste levantamento pode ser consultado aqui.

Fonte: Hemeroteca da CML
 
Consulte também os documentos sobre Fernando Pessoa disponíveis nas Bibliotecas Municipais de Oeiras.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Caligrafias do Mundo - Ler na era da Técnica







No âmbito do Festival Oeiras a Ler, previsto para o dia 22 de Junho, no Parque dos Poetas terá lugar uma de muitas iniciativas que irão marcar um dia diferente...

Caligrafias do Mundo
Ler na era da Técnica
Gruta de Camões
16H30
com a participação de:
Francisco José Viegas, Gonçalo M. Tavares e Luís Cardoso
Moderação: José Eduardo Agualusa


Uma conversa sobre a utilidade do livro e da leitura no nosso tempo. O futuro da leitura. É velha a discussão sobre o impresso versus digital que divide opiniões no mundo editorial. Sejam jornais ou livros, o crescimento das medias digitais causou uma mudança de hábito em boa parte dos leitores por todo o mundo, tirando a "exclusividade" da informação que antes era passada através do papel. Por mais que a sensação de ler o bom e velho livro impresso ainda seja perservada por muitos leitores, outra boa parcela deles prefere ler online. Os e-books tornaram-se boa alternativa. Um dos grandes motivos que levam as pessoas a optarem pelos livros digitais é a facilidade em encontrar uma infinidade de livros e autores na Internet. Cada vez mais o download de e-books é feito com autorização de autores e editoras, que já entenderam o poder da Internet e adotaram a estratégia de conviver com ela.

Os livros digitais vão acabar com os impressos? Difícil de responder. São suportes diferentes. Para os leitores, o digital é seguramente mais uma fonte de informação, uma gigantesca biblioteca virtual à sua espera. A Internet, essa imensa autoestrada de informação trouxe uma realidade nova e múltiplos desafios no que respeita à questão da organização do conhecimento e à forma como nos movemos nessa teia de redes. O leitor é o mesmo. Apenas se move de forma diferente.

Estas e outras questões serão debatidas e partilhadas com o público leitor. Pela voz dos nossos autores convidados e com a mestria e qualidade literária de José Eduardo Agualusa.

Apareça. Venha celebrar a vida...

sexta-feira, 31 de maio de 2013

FESTIVAL OEIRAS A LER



22 de Junho | Sábado
10h00 - 23h30

Parque dos Poetas 2ª fase B


O Festival Oeiras a Ler pretende concentrar o trabalho de fundo e continuidade que as Bibliotecas Municipais têm desenvolvido na área da promoção da leitura e das literacias, numa iniciativa mais alargada, aberta à comunidade, acolhendo e promovendo propostas de contadores de histórias e diversos momentos de intervenção artística, pedagógica e lúdica.

Da oferta de atividades do Festival fazem parte espetáculos musicais, serão de contos, peddy papper, teatro, entre outras com destaque para a realização de uma edição do Pijama às Letras.
Para mais informações sobre o Pijama às Letras clique aqui!

Para consultar o programa completo clique aqui!


Apareça. Viaje pelo sonho e venha
celebrar a natureza,
a poesia e a vida…

De mão em mão

O "De mão em mão" é um projeto da e para a comunidade oeirense, que consiste na reutilização de manuais escolares. Terminado o ano letivo entregue os seus manuais, com data posterior a 2009 (inclusive), na Rede de Bibliotecas Municipais de Oeiras e assim poderá fazer parte de um processo de reaproveitamento de recursos, contribuindo para uma sociedade mais equilibrada, justa e solidária.
 
Para mais informação contacte a biblioteca municipal mais perto de si.
 
 

segunda-feira, 27 de maio de 2013

A Biblioteca Está a Passar por Aqui! na VI Feira Social de Paço de Arcos



As Bibliotecas de Oeiras estiveram uma vez mais presentes na Feira Social de Paço de Arcos. A Feira que já vai na 6ª edição e cujo tema foi Os Direitos da Criança decorreu no jardim de Paço de Arcos nos dias 24, 25 e 26 de Maio.
As Bibliotecas convidaram a escritora Luísa Moniz, autora do livro Um menino como eu, e colaboradora do Instituto de Apoio à Criança a estar presente na mesa redonda que teve lugar dia 25, às 15h.
A conferência, que teve como tema Criança, Cidadão de Direitos, além da escritora Luísa Moniz teve como oradores a Psicanalista/Pedopsiquiatra, Drª Maria José Vidigal, o Dr. João Belo, Presidente da Comissão de protecção de Crianças e Jovens e o Representante do CAP do agrupamento de Escolas de Oeiras e S. Julião da Barra, Profª Teresa Soares.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Grupos de Leitores das Bibliotecas Municipais de Oeiras escolhem autor português para o Festival du Premier Roman de Chambéry

De 23 a 26 de Maio de 2013 vai decorrer na vila de Chambéry, em França, a 26ª edição do Festival du Premier Roman. Este Festival que reúne autores que tenham escrito o seu primeiro romance no último ano vai contar nesta edição com a presença de 15 novos autores francófonos e 7 novos autores de primeiros romances italianos, espanhóis  alemães, romenos, ingleses e portugueses.
A representar Portugal no Festival deste ano, estará o escritor João Ricardo Pedro (autor do livro "O teu rosto será o último"), que foi o seleccionado pelos Grupos de Leitores das Bibliotecas Municipais de Oeiras.

O Festival du Premier Roman de Chambéry é a única manifestação literária em França que trabalha em prol da descoberta e promoção de primeiros romances francófonos e europeus através da leitura. Grupos de Leitores seleccionam, após um ano de leituras e de debates, os autores de primeiros romances que mais gostaram e que serão convidados para o Festival.

Uma escolha diversificada de primeiros romances, seleccionados a partir de publicações francófonas e europeias publicadas durante um ano, é difundida à rede de leitores, que vêm de um vasto território em França e no estrangeiro. Muitos leitores lêem, na língua original, primeiros romances em Italiano, espanhol, alemão, romeno, inglês e em português, antes mesmo de estes serem publicados em França. Ao longo do ano, todos os leitores têm múltiplas ocasiões para trocar opiniões, debater de viva voz ou partilhar as suas opiniões de leitura nos fóruns de discussão.

Há já 15 anos que o Festival cultiva uma dimensão internacional. Desde 1994, passou a fronteira dos Alpes franceses para criar laços com a Itália. Graças a trocas frutuosas e enriquecedoras, criou-se uma ligação entre as duas culturas e literaturas. Ao longo dos anos, foram-se estabelecendo outras parcerias, nomeadamente com a Bélgica, Espanha, Alemanha, Roménia, Reino Unido e, desde 2012, com Portugal. Outras actividades direccionadas para a francofonia (Suiça, Quebeque, Burquina-Faso, Magrebe) também foram criadas.
Progressivamente, uma rede internacional constitui-se em torno do Festival de forma a desenvolver oportunidades de trocas e de encontros cruzados entre leitores, autores, obras e profissionais da edição à volta da criação literária contemporânea.  

As Bibliotecas Municipais de Oeiras, através dos seus Grupos de Leitores, são parceiros do Festival du Premier Roman de Chambéry, sendo responsáveis pela selecção dos primeiros romances de autores portugueses. Em 2012 seleccionaram o escritor Nuno Camarneiro (autor do livro "No meu peito não cabem pássaros") para representar o nosso país.

sábado, 18 de maio de 2013

Prova de Livros - O Vento dos Outros, por Raquel Ochoa

No Dia da Criança, sábado 1 de junho, pelas 16h00 na Biblioteca Municipal de Carnaxide, Raquel Ochoa apresenta o seu romance «O Vento dos Outros», uma apaixonante viagem pela América.
Nascida em 1980, em Lisboa e licenciada em Direito, é repórter de viagens, formadora na escola Escrever Escrever e tem dedicado grande parte do seu tempo a viajar e a escrever. Em 2008 publicou «O Vento dos Outros» e «Bana» - Uma vida a cantar Cabo Verde». «A Casa-Comboio», vencedor do Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís 2009, foi o seu primeiro romance. Lançou em 2011 »A Infanta Rebelde», a biografia de D. Maria Adelaide de Bragança e em 2012, o romance »Sem Fim à Vista».
É ainda autora dos blogs: Raquel Ochoa e O Mundo lê-se a viajar
 
Este encontro é organizado em parceria com o Clube de Repouso Casa dos Leões.