"O que escrevo pode ler-se no escuro", António Lobo Antunes

Visivelmente bem disposto, o escritor, no decorrer da conversa com Carlos Vaz Marques, foi manifestando uma enorme empatia e receptividade com o público, num ambiente de informalidade e naquele registo de humor, cinismo e ironia tão característico do seu modo de estar no mundo e na escrita... A conversa fluiu, imparável, revisitando alguns dos lugares mais importantes da vida, da escrita e do pensamento do autor.
Dizia ele que, para escrever, são necessárias três coisas: solidão, orgulho e paciência. Um encontro memorável, na véspera do lançamento do seu mais recente livro "Ontem não te vi em Babilónia"!
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