Festival Oeiras a Ler - Fique na História - 1975
O “Festival Oeiras a Ler - Fique na História” pretende afirmar-se como um evento dedicado ao romance e ensaio históricos, como forma de memória coletiva, abordando em cada ano uma data marcante, um acontecimento relevante ou um período histórico.
Entrada livre, limitada à capacidade da sala.
27 NOVEMBRO (6ª feira)
21.30 | PREC: Processo de Recordação em Curso
Adelino Gomes, Joaquim Furtado e Joaquim Letria | Mod. Manuela Gonzaga
28 NOVEMBRO (Sábado)
Helena Vasconcelos e Rita Garcia | Mod: João Céu e Silva
De um momento para o outro, mais de meio milhão de portugueses foram forçados a viagem de retorno, abandonando os território ultramarinos. Que vicissitudes teve essa viagem? Como se montou uma operação com dimensões nunca vistas, que haveria de mudar a face de Portugal? A Ponte Aérea por quem a viveu e por quem a contou.
Francisco José Viegas e Manuela Gonzaga | Mod: Maria João Costa
No meio de um turbilhão político, milhares de portugueses tiveram de abandonar Lourenço Marques, guardando desta cidade as melhores recordações. Que cidade era esta, da qual milhares de portugueses se recordam com nostalgia? Memórias oníricas, quase ficcionais, ou experiências vividas de facto? Lourenço Marques, cidade literária?
Miguel Miranda e Natália Luiza | Mod: Pedro Vieira
1975 representou o fim do império, mas para o Brasil essa separação deu-se ainda no século XIX. Que ligações, literárias ou outras, é que Portugal mantém com o país-continente? Que letras nos aproximam e afastam da África que fala português, 40 anos depois das independências?
15.30 | 1975: Retornados ou Refugiados?
Bruno Vieira Amaral e Tiago Rebelo | Mod: Pedro Marques Lopes
A discussão semântica sempre esteve no centro da mesa. Podemos retornar a onde nunca estivemos? De que forma temos contado este pedaço da nossa história? E que lições podemos tirar para um presente cheio de migrações?
João Tordo, João Valente, Nuno Camarneiro | Mod: Pedro Vieira
(Enquadramento de Miguel Real)
Todos conhecemos os autores que no século XIX formaram aquela que ficou conhecida como a geração de 70 (Eça, Antero, entre outros). E no século XXI, poderemos falar de uma geração de (19)70? O perfil dos autores que hoje rondam os 40 anos permite um agregar geracional? Que traços comuns e que diferenças os unem e separam?
INFORMAÇÕES:
Biblioteca Municipal de Oeiras
Av. Dr. Francisco Sá Carneiro, 17 - Urb. Moinho das Antas - 2780-241 Oeiras
Telf. 214406340 | E-mail: oeirasaler@cm-oeiras.pt














