quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Ciclo de Conversas "Que Língua Falam os Poetas?"
É já amanhã a 2ª sessão do Ciclo de Conversas "Que Língua Falam os Poetas?", desta feita com António Mega Ferreira e Fernanda Fragateiro, na Biblioteca Municipal de Oeiras, Sala de Leitura. A moderação é de José Carlos Vasconcelos.
Uma conversa em torno do imaginário literário e do mundo maravilhoso de Sophia de Mello Breyner Andresen.
Apareça!
Mais informações ana.jardim@cm-oeiras.pt ou 21 440 63 30
Publicado por:
Ana Paula Jardim
às
16:34
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Olhos de Gigante Coração de Pássaro
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Teresa Lopes Vieira no H(á) Conversa com Escritores
O H(á) Conversa com Escritores saiu novamente fora de portas e levou a escritora Teresa Lopes Vieira à EB23/S Aquilino Ribeiro em Talaíde.
Foram muitas as perguntas feitas pelos estudantes. Teresa foi passando fotos das suas viagens enquanto conversava com os alunos sobre os seus romances e a importância da leitura nas suas vidas futuras.
O próximo encontro será no dia 16 de Março com a escritora Luísa Moniz na mesma escola.
Até lá!
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
João Rebocho Pais no Grupo de Leitores da Biblioteca Municipal de Oeiras
No dia 11 de Dezembro, João Rebocho Pais, autor de "O Intrínseco de Manolo", esteja à conversa com o Grupo de Leitores da Biblioteca Municipal de Oeiras.
O primeiro romance do comissário de bordo João Rebocho Pais, “O Intrínseco de Manolo”, que pensava editar o livro só para os amigos e acabou a editá-lo na editora Leya, conta-nos a história de Manolo que mora na aldeia alentejana, Cousa Vã. Com um trabalho pormenorizado na construção das personagens e contado numa linguagem popular, este livro conta a história de Manolo e da Maria, sua mulher, e a participação dos habitantes da aldeia no seu dia-a-dia.
João Rebocho Pais tem 50 anos e passou metade da sua vida em aviões, como comissário de bordo. Durante as escalas de trabalho, ocupa muito do seu tempo a escrever. Em quartos de hotel na América ou em África acaba o livro que assinala a sua aterragem na meia-idade e que tenciona oferecer aos amigos.
Em resposta à questão quem é o Manolo o autor respondeu: "O Manolo é uma pessoa boa que representa tudo o que nós temos de melhor quando estamos sozinhos. Representa essa liberdade de nos conhecermos melhor a nós próprios e de conseguirmos triunfar de uma forma natural, sem alarido. Com respeito pelos que o rodeiam. O seu intrínseco está precisamente nessa possibilidade de distinguir, na vida, o essencial do acessório."
Publicado por:
Bruno Duarte Eiras
às
10:00
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Grupos de Leitores - Festival do Primeiro Romance
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Nasceu uma Flor Gigante na Biblioteca Municipal de Algés
Ficamos à vossa espera!
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Luísa Moniz no H(á) Conversa com Escritores
Até lá!
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Coloca uma estrela!
- "Contos para Rir"
- "Uma vaca de Estimação"
- "Tudo ao contrário"
- "Poemas da Mentira e da Verdade"
- "Seis Histórias às Avessas"
- "A cidade dos Cães e outras histórias"
- "A princesa da chuva"
- "Crime no Expresso do tempo"
"Esperem para ver qual será o próximo desafio!
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
TOP das Bibliotecas Municipais de Oeiras
Este TOP tem uma actualização trimestral.
1.º José Rodrigues dos Santos - A mão do Diabo
Sinopse: A crise atingiu Tomás Noronha. Devido às medidas de austeridade, o historiador é despedido da faculdade e tem de se candidatar ao subsídio de desemprego. À porta do centro de emprego, Tomás é interpelado por um velho amigo do liceu perseguido por desconhecidos.O fugitivo escondeu um DVD escaldante que compromete os responsáveis pela crise, mas para o encontrar Tomás terá de decifrar um criptograma enigmático.
O Tribunal Penal Internacional instaurou um processo aos autores da crise por crimes contra a humanidade. Para que este processo seja bem-sucedido, e apesar da perseguição implacável montada por um bando de assassinos, é imperativo que Tomás decifre o criptograma e localize o DVD com o mais perigoso segredo do mundo.
Sinopse: Um romance sinfónico sobre a Marquesa de Alorna, Leonor de Almeida Portugal, neta dos Marqueses de Távora, uma figura feminina ímpar na história literária e política de Portugal. A grande escritora Maria Teresa Horta, persegue-a e vigia-a nos momentos mais íntimos, atraída pela desmesura de Leonor, no seu permanente conflito entre a razão e a emoção. Acompanha-a no voo de uma paixão, que seduz os espíritos mais cultos da época, o chamado "século das luzes", e abre as portas ao romantismo em Portugal.
Sinopse: Anastasia Steele é uma estudante de literatura jovem e inexperiente. Christian Grey é o temido e carismático presidente de uma poderosa corporação internacional. O destino levará Anastasia a entrevistá-lo. No ambiente sofisticado e luxuoso de um arranha-céus, ela descobre-se estranhamente atraída por aquele homem enigmático, cuja beleza corta a respiração. Voltarão a encontrar-se dias mais tarde, por acaso ou talvez não. O implacável homem de negócios revela-se incapaz de resistir ao discreto charme da estudante. Ele quer desesperadamente possuí-la. Mas apenas se ela aceitar os bizarros termos que ele propõe... Anastasia hesita. Todo aquele poder a assusta - os aviões privados, os carros topo de gama, os guarda-costas... Mas teme ainda mais as peculiares inclinações de Grey, as suas exigências, a obsessão pelo controlo… E uma voracidade sexual que parece não conhecer quaisquer limites. Dividida entre os negros segredos que ele esconde e o seu próprio e irreprimível desejo, Anastasia vacila. Estará pronta para ceder? Para entrar finalmente no Quarto Vermelho da Dor? As Cinquenta Sombras de Grey é o primeiro volume da trilogia de E. L. James que é já o maior fenómeno literário do ano em todos os países onde foi publicado. Um diabólico príncipe que tem a capacidade de conceder e realizar qualquer desejo... a um preço muito elevado.
O novo lar dos Carver, numa remota aldeia da costa sul inglesa, está rodeado de mistério. Respira-se e sente-se a presença do espírito de Jacob, o filho dos antigos donos, que morreu afogado.
As estranhas circunstâncias dessa morte só se começam a perceber à medida que os jovens Max, a irmã Alicia e o amigo Roland vão descobrindo factos muito perturbadores sobre uma misteriosa personagem de seu nome… o Príncipe da Neblina.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Reis e Rainhas na Biblioteca de Algés
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Formação sobre a Base de Dados PORDATA
Nesta ação serão abordadas as diferentes formas de acesso, edição e apresentação dos dados compreendidos no portal Pordata.pt, bem como a criação de gráficos animados e estáticos, a exploração do sistema de georeferenciação e a exportação de conteúdos.
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Literatura e Gastronomia - Carlos Paião
Nas vertentes da promessa
Nas vertentes da promessa
Depois o verde que se ganha ou que se perde
Quando a chuva cai depressa
Quando a chuva cai depressa
E nasce o fruto quantas vezes diminuto
Como as uvas da alegria
Como as uvas da alegria
E na vindima vão as cestas até cima
Com o pão de cada dia
Com o pão de cada dia
Suor do rosto p’ra pisar e ver o mosto
Nos lagares do bom caminho
Nos lagares do bom caminho
Assim cuidado faz-se o sonho fermentado
Generoso como o vinho
Generoso como o vinho
E pelo rio vai dourado o nosso brio
Nos rabelos duma vida
Nos rabelos duma vida
E para o mundo vão garrafas cá do fundo
De uma gente envaidecida
De uma gente envaidecida
Vinho do Porto
Vinho de Portugal
E vai à nossa
À nossa beira-mar
À beira Porto
Há vinho Porto mar
Há-de haver Porto
Para o nosso mar
Vinho do Porto
Vinho de Portugal
E vai à nossa
À nossa beira-mar
À beira Porto
Há vinho Porto mar
Há-de haver Porto
Para o desconforto
Para o que anda torto
Neste navegar
Por isso há festa não há gente como esta
Quando a vida nos empresta uns foguetes de ilusão
Vem a fanfarra e os miúdos, a algazarra
Vai-se o povo que se agarra p’ra passar a procissão
E são atletas, corredores de bicicletas
E palavras indiscretas na boca de algum rapaz
E as barracas mais os cortes nas casacas
Os conjuntos, as ressacas e outro brinde que se faz
Vinho do Porto vou servi-lo neste cálice
Alicerce da amizade em Portugal
É o conforto de um amor tomado aos tragos
Que trazemos por vontade em Portugal
Se nós quisermos entornar a pequenez
Se nós soubermos ser amigos desta vez
Não há champanhe que nos ganhe
Nem ninguém que nos apanhe
Porque o vinho é português
Carlos Paião
7 ovos
raspa de 1 laranja
5 dl leite
1 cálice de vinho do Porto
1 colher de sopa cheia de farinha Maizena
Numa tijela juntar o açúcar com a farinha. De seguida, juntar os ovos, um a um, e bater bem.
Depois, juntar o leite, o vinho do Porto e a raspa da laranja, e mexer bem.
Coar e deitar em forma previamente caramelizada.
Cozer em banho-maria em forno aquecido (180º) durante cerca de 70 minutos.
Retirar do forno e deixar arrefecer.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Nuno Camarneiro vence Prémio Leya 2012
Camarneiro tinha já uma obra publicada com a Leya, intitulada No Meu Peito Não Cabem Pássaros. A obra vencedora deverá ser publicada em Março e foi escolhida “por maioria” por um júri presidido por Manuel Alegre.
O júri "apreciou no romance Debaixo de Algum Céu a qualidade literária com que, delimitando intensivamente a figura fulcral do 'romance de espaço' e do 'romance urbano', faz de um prédio de apartamentos à beira-mar o tecido conjuntivo da vida quotidiana de várias personagens - saídas da gente comum da nossa actualidade, mas também por isso carregadas de potencial significativo".
O romance, continua o júri, que é um "retrato de uma microsociedade unida pelo espaço em que vivem os personagens", organiza-se a partir de um conjunto de vozes que dão conta de vidas e destinos que o acaso cruzou num período de tempo delimitado entre um Natal e um Fim do Ano".
"Estou num estado de euforia: o meu objectivo para hoje é tentar não ter um ataque cardíaco", disse ao PÚBLICO, Nuno Camarneiro, que concorreu ao prémio com aquele que é o seu segundo romance mas não o escreveu a pensar no prémio. "Só decidi concorrer ao prémio depois de o ter escrito", confessou o autor.
Este livro é, para Nuno Camarneiro, "uma exploração da ideia de purgatório": "Quase todo passado dentro de um prédio e em oito dias, entre o Natal e o Ano Novo, e cada inquilino atravessa durante esse período o seu purgatório pessoal", explica.
O prémio, no valor de 100 mil euros, é dado pela Leya, um dos maiores grupos editoriais portugueses que reúne mais de uma dezenas de editoras e chancelas de Portugal, Angola, Moçambique e Brasil. O objectivo do prémio é distinguir um romance inédito escrito em português.
Além de escritor, Camarneiro, que nasceu na Figueira da Foz, é investigador e professor. Foi membro do GEFAC (Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra) e do grupo musical Diabo a Sete, tendo ainda integrado a companhia teatral Bonifrates. Trabalhou no CERN (Organização Europeia para a Investigação Nuclear) em Genebra e concluiu o doutoramento em Ciência Aplicada ao Património Cultural em Florença.
Em 2010 regressou a Portugal, sendo actualmente investigador na Universidade de Aveiro e professor do curso de Restauro na Universidade Portucalense do Porto. Começou por se dedicar à micronarrativa, tendo alguns dos seus contos sido publicados em colectâneas e revistas. No Meu Peito não Cabem Pássaros foi a sua estreia no romance. O júri diz ainda que a escrita "é precisa e flui sem ceder à facilidade, mas reflectindo a consciência de um jogo entre o desejo de chegar ao seu destinatário, o leitor, e um recurso mínimo a artifícios retóricos em que só uma sensibilidade poética eleva e salva a banalidade e os limites do quotidiano".
O prémio, de 100 mil euros e que é o maior em valor pecuniário no domínio da literatura de expressão portuguesa, foi criado em 2008 e nas duas primeiras edições foi conquistado pelo brasileiro Murilo Carvalho e pelo moçambicano João Paulo Borges Coelho. Na terceira edição não foi atribuído.
O júri do Prémio LeYa 2012, presidido por Manuel Alegre, é ainda constituído pelos escritores Nuno Júdice, Pepetela e José Castello, por José Carlos Seabra Pereira, professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, Lourenço do Rosário, reitor do Instituto Superior Politécnico e Universitário de Maputo, e Rita Chaves, crítica literária e professora da Universidade de São Paulo.
Publicado por:
Bruno Duarte Eiras
às
16:08
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Grupos de Leitores - Festival do Primeiro Romance,
Notícias
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Prova de Livros - Amor por Amar, de Teresa Lage
No sábado, 15 de dezembro, pelas 16h00, realiza-se na Biblioteca Municipal de Carnaxide o lançamento do livro «Amor por Amar» de Teresa Lage, com apresentação a cargo de Aida Sousa Dias, Rosa Machado e Cecilia Melo e Castro.Ana Sofia Fonseca (" Como Carne em Pedra Quente")
No dia 6 de Dezembro, Ana Sofia Fonseca autora do livro " Como Carne em Pedra Quente" esteve à conversa com os Leitores da Biblioteca Municipal de Algés.
No âmbito do Festival do Primeiro Romance os Grupos de Leitores têm convidado os autores incluídos na lista de Pré-selecção portuguesa.
Ana Sofia Fonseca falou de si, do seu livro, das histórias acerca deste e do seu universo literário.
A sua editora do Clube do Autor comentou que não esperava um livro tão triste e nesse sentido tão denso.
A escritora falou do seu processo criativo. Começou a escrever este livro porque surgiu-lhe uma imagem estranhíssima de uma menina, das suas pernas, dos joelhos para baixo, os soquetes de renda branca e os sapatos de verniz a balouçar".
A história acabou por ficar vários anos na gaveta como uma história só dela.
Acerca do título conta-nos que surgiu muito naturalmente. Escolheu a expressão forte dentro da obra. Admite que é um título que causa impacto.
Conta-nos que não tem um método contínuo de escrita. Gosta de viver a liberdade criativa da escrita ficcional.
Enquanto jornalista e durante as entrevistas para as suas reportagens ouviu muitas histórias e fica com algumas dessas pessoas depois personagens na cabeça. "Gosta de dar corpo às suas personagens e depois deixar-se surpreender por elas" no seu universo literário.
Aqui fica uma frase do livro:
"Tudo aconteceu fora do meu alcance, são assim os momentos importantes. A primeira vez que me senti viva foi quando me disseram que estava morta."
Aqui ficam algumas frases da autora durante a sessão:
"Gosto de passar 15 dias numa casa, por exemplo no Douro. Levanto-me cedo, escrevo, faço uma caminhada e volto a escrever."
"África é o lugar das histórias e de grandes escritores como o Mia Couto e o José Eduardo Agualusa."
Em nome do Grupo de Leitores da Biblioteca Municipal de Algés agradeço a sua vinda à Ana Sofia Fonseca.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Apresentação do livro de poesia "Antes de Sermos Dia", de Sofia Barros
No próximo dia 14 de Dezembro, sexta, às 21H30 terá lugar na Galeria do Palácio Ribamar, em Algés a apresentação do livro de poesia Antes de Sermos Dia, de Sofia Barros. A apresentação ficará cargo de José Fanha e Rogério Charraz.
Sofia Barros nasceu em Lisboa a 21 de Agosto de 1972
Sofia fala pouco de si ou do mundo. Situa o seu discurso poético na expressão do amor pleno, da espera e da saudade.
Em geral, os poemas de Sofia parecem nascer de um impulso, de um cântico ao momento vivido e assume-se como partilha intensa prolongada no tempo que a palavra cristaliza. In prefácio de José Fanha.
Apareça. A poesia anda por aqui!
Informações
Biblioteca Municipal de Oeiras, Tel 21 440 63 30, ana.jardim@cm-oeiras.pt
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Ana Paula Jardim
às
12:26
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Olhos de Gigante Coração de Pássaro
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
O Natal está a chegar à Biblioteca Municipal de Algés...
O espaço Infantil da Biblioteca Municipal de Algés já está vestido com as cores de Natal!
Vem descobrir todas as surpresas que temos reservadas para ti...
PRELÚDIO DE NATAL
pela cúmplice neblina
que vinha perfumada
de lenha e tangerinas
a primeira cortina
E dispersa e dourada
no palco das vitrinas
entre odor a resina
e gosto a noz-moscada
e vozes femininas
sob a luz vespertina
pelas montras cercada
de paisagens alpinas


















