quarta-feira, 10 de outubro de 2007

O pianista

Autor: Wladyslaw Szpilman


Apreciei muito a maneira como o livro está narrado: com precisão; clareza; brandura; e principalmente isento de sentimento de revolta, ódio e até de vingança, que seria de esperar quando sofridos na pele e presenciados tais acontecimentos tão desumanos, brutais, degradantes.
Só uma pessoa estruturalmente bem formada, com princípios religiosos e culturais muito elevados poderia transmitir dessa maneira os acontecimentos tão inesquecíveis e sorríveis que emagreceram a história universal.

Maria José Antunes de almeida Gomes, Aposentada
entrada n.º 0071

Prelúdio de "O Pianista"

Com a segunda sessão sobre O Pianista (9 de Dezembro) continuou-se a animada conversa interrompida na sessão anterior motivada pelo adiantado da hora.
A conversa fluiu em torno do Holocausto e das perseguições aos judeus. Alguns participantes chegaram mesmo a relatar os seus sentimentos quando estiveram na Polónia em alguns locais referidos no livro.
A força e persistência de W. Szpilman foi apreciada por todos, em especial pela forma como descreveu no livro a sua vida no Gueto de Varsóvia durante a ocupação Nazi. O facto de ter sido ajudado por um oficial alemão levou a discussão para o campo das várias versões sobre o Holocausto e da potente máquina propagandística do regime de Hitler.
No final da conversa ficou como opinião geral que estes episódios negros da história da humanidade não devem ser esquecidos e que livros e filmes como estes deviam ser lidos/vistos por todas as pessoas.


Final do filme O Pianista.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

O U T U B R O ... Folhas de um Clarão de Outono


Junto de si, bem perto do que é dádiva certa... a colecção de actualizadas obras... pode encontrar mais umas páginas dos mundos incontáveis e insondáveis pelas estantes da biblioteca de oeiras.... neste Outono cheio de luz e surpresa, venha ver que livros rezam... no escaparate junto das novidades!...

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Eternos Namorados

O VI Congresso da Lusofonia, a decorrer em Bragança, trouxe boas novas: a Galiza quer fazer parte da lusofonia e tomar parte nos acordos sobre a língua portuguesa. A suportar esta tomada de posição estará a recém-criada Academia Galega da Língua Portuguesa, que faz hoje a sua apresentação na Universidade de Compostela. São mais de dois milhões os falantes do galego que, segundo a opinião de vários especialistas, tem a mesma raiz da nossa língua, ou seja, o galaico-português medieval. O grande objectivo desta academia é o de ver reconhecido, em Espanha, o galego como uma língua de padrão português.
Mais um passo para materializar o eterno romance tão bem descrito por João Verde, em 1902:

Vendo-os assim tão pertinho,
A Galliza e mail’o Minho,
São como dois namorados
Que o rio traz separados
Quasi desde o nascimento.
Deixai-os, pois, namorar,
Já que os paes para casar
Lhes não dão consentimento.

notícia de Global Notícias aqui
foto da foz do Rio Minho aqui

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Carlos Zorrinho nas Conversas na Aldeia Global: E se a Internet acabasse...?


As Conversas na Aldeia Global, a decorrer no Auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras, apresentam nova programação em resultado da necessidade de adiamento da sessão dedicada ao tema “E se a Internet acabasse…?”. O seu início terá assim lugar no sábado 13 de Outubro, pelas 16H00, e conta com a participação de Carlos Zorrinho, actual Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico. Consulte o programa completo da iniciativa.
Aguardamos por si, sábado à tarde, na conversa na Aldeia Global com Carlos Zorrinho.

As Nossas Sugestões - Outubro 2007

Título: Cartas de Aniversário
Autor: Ted Hughes

De quem se fala:
Ted Hughes nasceu em 1930, no Yorkshire, e morreu em Outubro de 1998. Escreveu numerosos livros de poemas, peças de teatro e livros para crianças. Foi também poeta laureado. Em 1955 conheceu em Cambridge Sylvia Plath que aí estava como bolseira da Fulbright. Hughes era então um jovem poeta desconhecido, que nada tinha de académico. O encontro entre ambos levou a um rápido casamento. Ted Hughes conheceu o êxito literário em 1957, com o seu primeiro livro, The Hawk in the Rain, que Sylvia Plath enviara a um júri, de que Auden fazia parte. Alugou uma casa em Londres onde regressara com os filhos, viu recusada a edição de The Bell Jar e suicidou-se a 11 de Fevereiro de 1963, num dos mais frios invernos que a Grã-Bretanha conheceu.

O que se diz:
As Cartas de Aniversário são dirigidas, com duas excepções apenas, a Sylvia Plath. Foram escritas ao longo de um período de mais de vinte e cinco anos (a primeira depois do suicídio de Sylvia). Embora a sua relação amorosa com Sylvia Plath estivesse indirectamente presente em algumas das suas obras, foi em Cartas de Aniversário que, pela primeira vez, Ted Hughes deu a sua versão sobre o que se terá passado. «"Cartas de Aniversário" (...) é o último livro de Hughes, que o publica no ano da sua morte (1998). São 88 poemas dirigidos a um "tu" que se oferecem como uma espécie de elogio fúnebre (ou autojustificação) ao relacionamento com Sylvia Path. (Helena Barbas in «Expresso», 23-2-2001 )

Está dito:
“Mas num lugar qualquer as tuas tesouras lembram-se. Onde quer que estejam
Aqui, ou noutro lugar, com as lâminas bem abertas.
Abril após Abril
Afundando-se cada vez mais
Na terra – uma âncora, uma cruz enferrujada”.

Relógio d’Água; 413 p.


Título: Crime no Campo de Golf
Autor: Agatha Christie

De quem se fala:
Nascida Agatha Mary Clarissa Miller, Agatha Christie é conhecida pelo mundo como a Rainha do Crime. Os seus livros venderam mais de um bilhão de cópias em inglês, além de outro bilhão, em línguas estrangeiras. Ela é a autora mais publicada de todos os tempos em qualquer idioma, somente ultrapassada pela Bíblia. É, até hoje, a romancista policial mais brilhante que o mundo já viu, conhecida como a Rainha do Crime, Duquesa da Morte, entre outros títulos.
Casou-se pela primeira vez em 1914, com o Coronel Archibald Christie, piloto do Corpo Real de Aviadores. O casal teve uma filha, Rosalind, e divorciou-se em 1928.
Durante a II Guerra Mundial Agatha, trabalhou num hospital e numa farmácia, funções que influenciaram o seu trabalho.
Em 1930, casou-se com o arqueólogo Sir Max Mallowan. Mallowan era 14 anos mais novo que a escritora, e as suas viagens contribuíram com material para vários de seus romances situados no Oriente Médio. O casamento duraria até à morte da escritora. Em 1971 recebeu o título de Dama da Ordem do Império Britânico. Morreu em 12 de janeiro de 1976, aos 85 anos de idade, de causas naturais,na sua residência.

O que se diz:
Um urgente pedido de ajuda leva Poirot a França. Infelizmente, o detective não chega a tempo de salvar o seu cliente, cujo corpo é encontrado numa sepultura aberta num campo de golfe. Mas porque é que o morto enverga o sobretudo do filho? E a quem se destinava a apaixonada carta de amor descoberta na seu bolsa? Antes que Poirot consiga responder a essas perguntas, o caso sofre uma reviravolta com a descoberta de uma segunda vitíma.

Está dito:
“ – E onde pretende chegar com tudo isto? – perguntou desdenhosamente Giraud?
- Ao facto que, quando existem dois crimes precisamente iguais na concepção e na execução, se encontrar o mesmo cérebro por detrás de ambos. Ando à procura desse cérebro, Monsieur Giraud, e encontrá-lo-ei. Temos aqui uma verdadeira pista: uma pista psicológica. Pode saber tudo sobre pontas de cigarros e de fósforos, Monsieur Giraud, mas eu, Hercule Poirot, conheço a mente humana”.

Asa; 201 p.




Título: A Espada de Átila
Autor: Michael Curtis For

De quem se fala:
Michael Curtis Ford é um escritor de romances americano. Nos seus romances sobre a Antiguidade Clássica, Michael Curtis Ford consegue captar o horror e o clamor das batalhas tão bem quanto os momentos mais íntimos da vida dos homens que escreveram a História.

O que se diz:
Nos seus romances sobre a Antiguidade Clássica, Michael Curtis Ford consegue captar o horror e o clamor das batalhas tão bem quanto os momentos mais íntimos da vida dos homens que escreveram a História. A Espada de Atila é uma recriação suprema do Império Romano em 400 d.C., quando o General Flávio Aécio é forçado a um combate que não deseja mas que também não pode evitar: fazer frente aos Hunos. E ninguém conhece tão bem esses bárbaros como Aécio. Afinal, viveu a juventude no meio deles, cavalgou, os seus corcéis de guerra e foi como um filho para o seu rei. Mas quis o destino que fosse sobre os seus ombros que caísse a responsabilidade de salvar Roma. E para isso terá que derrotar um amigo de infância que simultaneamente ama, teme e admira: nada mais, nada menos que o temível e lendário Atila.

Está dito:
“Os romanos olharam para ele com espanto. Apenas Atila, de todos os homens que tinham visto naquela manhã, parecia alerta e até mesmo divertido, e a sua expressão aparentava ser mais satisfeita d que na noite anterior. De facto, ao ver a surpresa deles, os cantos da sua boca pareceu mesmo esboçar um sorriso forçado”.

Saída de Emergência; 351 p.



Título: Cidadela
Autor: Antoine de Saint Exupery

De quem se fala:

Antoine de Saint-Exupéry nasceu em Lyon, em 1900. Desde cedo sentiu grande vocação para a aventura. A sua maior ambição era ser oficial da marinha, mas ao chumbar no exame de admissão, enveredou pela aviação. Tornou-se assim piloto aos 27 anos e participou activamente em perigosas missões sobre o Mediterrâneo, o Deserto do Sahara e os elevados cumes da Cordilheira dos Andes. Voar era para Saint-Exupéry uma reflexão sobre a solidão, a amizade, o verdadeiro significado da vida, a condição humana e a liberdade. Com a chegada da 2ª Guerra Mundial, Saint-Exupéry alistou-se no exército francês, mas rapidamente teve que abandonar o seu país natal refugiando-se nos EUA. Aí, na "Terra das Oportunidades" deu asas à sua imaginação e tornou-se escritor, até ter-se dado como voluntário para a Força Aérea Americana. De 1924 a 1944, participou em inúmeras missões de sucesso sobre território francês. A 31 de Julho de 1944, Saint-Exupéry partiu para a sua última missão. O seu avião foi abatido por pilotos alemães sobre a ilha de Córsega. Nesse dia Saint-Exupéry não voltou, deixando por concluir a sua obra póstuma "A Cidadela", editada pela Presença e com uma excelente tradução e prefácio de Ruy Belo.

O que se diz:

"Cidadela" é impossível de inserir num género específico, pois é composta por um léxico próprio, de vocábulos iluminados por um sentido outro. O sentido do que é autêntico, sincero e participado, pois, para Saint-Exupéry, só quem colabora é. E "Cidadela" é, porque reflete o coração do homem simultaneamente singular e universal que procura e se pacifica ao considerar o silêncio como uma das respostas possíveis. Ao longo de uma narração de ordem aparentemente aleatória o autor indicia, assim, com uma sensibilidade notável, o reconhecimento dos limites próprios, dos outros e das coisas. Nas suas palavras: "a pedra não tem esperança de ser outra coisa que não pedra. Mas ao colaborar, ela congrega-se e torna-se templo" ainda que de abóboras imperfeitas, porque livres.

Está dito:

"Aí têm uma grande descoberta que eu fiz: os homens moram, o sentido das coisas muda para eles conforme o sentido das casas."

Editorial Presença; 446 p.




Título: O fogo do Céu
Autor: César Vidal

De quem se fala:

César Vidal é doutorado em história, teologia e filosofia, e licenciado em direito. Foi docente académico em diversas universidades europeias e americanas. Tem colunas de opinião em vários órgãos de comunicação em Espanha.
Defensor incansável dos direitos humanos, foi distinguido com o Prémio Humanismo da Fundação Hebraica (1996) e foi reconhecido por organizações como a Yad-Vashem, Sobreviventes do Holocausto (Venezuela), ORT (México) ou mesmo Jovens contra a Intolerância.
Entre outros prémios literários, recebeu, no ano 2000, o de melhor novela histórica pela editora Crítica (Espanha) pela obra La Mandrágora de las Doces Lunas, em 2004 o Prémio MR de espiritualidade pelo livro El Testamento del Pescador e, também no mesmo ano, o Prémio Jaén de narrativa juvenil por El Último Tren a Zurich.

O que se diz:

Em 173 d.C., durante a época do Imperador Marco Aurélio, o Império romano enfrenta grandes e complexos desafios: se, por um lado, deve manter a integridade das suas fronteiras, defendendo-se dos bárbaros, por outro tem de manter a ordem numa capital cuja população imigrante, ávida de prazer, aumenta sem cessar.
Aqui se cruzam Cornélio, um rapaz provinciano em busca de um destino glorioso, Valério, um centurião veterano, Rode, uma prostituta, e Arnúfis, um mago oportunista. As vidas destas quatro personagens serão submetidas a uma prova que transcende a compreensão humana.
Nesta sua ficção sobre um episódio extraordinário, César Vidal, um dos mais prestigiados autores de romance histórico, transporta-nos para Roma, nos finais do século II, e mostra-nos como o amor e a morte, a guerra, a compaixão, a dignidade e a lealdade são temas milenares da nossa espécie.

Está dito:

“Um após outro, os legionários arremessaram ao chão os escudos para poderem correr com mais agilidade, e correram alvoraçados em busca de uma vida que sentiam em perigo.”

Editorial Presença; 255 p.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Sputnik, meu amor

Autor: Haruki Murakami


Impulsionados pelo seu enfeitiçador registo literário, somos poeticamente conduzidos por Haruki Murakami pelo percurso sinuoso do amor impossível, da incerteza da paixão humana, da demanda de algo inatingível.
Conciliando uma escrita madura e linear com personagens densas que compõem o triângulo amoroso deste romance, sentimo-nos desde logo envolvidos por um enredo marcado pelo mistério, por uma magnetizante miscelânea entre a realidade e a fantasia, a veracidade e o fantástico, o real e a imaginário.
O seu enigmático final em aberto proporciona a cada um de nós, leitores, uma rara oportunidade de “dar asas á imaginação” criando nas nossas mentes “aquele desenlace” que melhor se coadunará com a leitura que cada um fez da obra!

Paula Alexandra Silva, 29 anos, Socióloga


entrada n.º 0070

Leitura partilhada ao som da música

Outubro é o mês da música e por isso o Grupo de Leitores da Biblioteca Municipal de Oeiras partilhou a leitura do livro O Pianista de Wladyslaw Szpilman acompanhada pelo visionamento do filme com o mesmo nome de Roman Polanski.
A história, as cenas e os relatos vividos na primeira pessoa trouxeram para o centro da discussão a questão do Nazismo, as perseguições ao Judeus e os horrores do Holocausto. Ninguém consegiu ficar indiferente à história deste homem que um ano depois do fim da guerra, foi capaz de expressar os seus sentimentos de uma forma tão limpa e correcta, não deixando espaços para a amargura, o ódio ou o rancor.


Wladyslaw Szpilman interpreta Nocturno em Dó Menor (Chopin)

- Páginas sobre o autor I, II e II;
- Informação sobre o filme I, II e III;
- Informações sobre as obras músicais do autor;
- Informações sobre o Gueto de Varsóvia.

CAMUS

Ontem foi dia de Grupo de Leitores na BM de Carnaxide. A Peste, de Albert Camus, foi a obra em discussão.

Iniciou-se a sessão com a leitura, em voz alta, da pequena resenha que em todas as sessões é distribuída aos participantes. Desta constava a biografia do autor, a carta escrita por Jean-Paul Sartre um dia após morte de Camus e um estudo sobre a polémica entre Roland Barthes e o autor sobre o romance em questão.

Foi unânime a opinião de estarmos frente a uma obra brilhante, que permite uma leitura a dois níveis: um, mais óbvio, e onde se encontra um paralelismo entre a peste que assola a cidade argelina de Oran e a Segunda Grande Guerra – Camus tem parte activa nesta última, dirigindo o jornal Combat, periódico clandestino da Resistência; e outro, mais denso, em que se explora a dimensão do ser humano e o seu papel de servir a todas as resistências contra todas as tiranias (nas palavras do próprio Camus). A este propósito destaca-se Grand, um pequeno funcionário que se presta à luta não numa dimensão de heroicidade épica mas que, na medida das suas possibilidades, faz o que lhe compete para ajudar no esforço contra a catástrofe. Um símbolo maior – daí o nome? – da dignidade humana. A morte do Padre Paneloux trouxe também algumas achas à fogueira: teria perdido a fé o homem que, num primeiro sermão, fala aos habitantes da cidade em castigo divino? Outras personagens pontuam o enredo, igualmente fascinantes, tais como o narrador, o Dr. Rieux, que cala a sua própria miséria para amparo da desgraça alheia, o misterioso Cottard que arrecada fortuna com o infortúnio dos outros, o jornalista Rambert, preso na cidade por desígnios do acaso, entre outros.

Mais palavras haverá a dizer sobre A Peste, mas ficam para a próxima semana, porque a discussão estava interessante e, com certeza, assim se manterá. Quem sabe se, na sessão que se segue e em vez de falarmos sobre a peste, não a iremos ver?
foto aqui

IV Encontro das Bibliotecas Escolares de Oeiras

Nos dias 22 e 23 de Outubro decorre no Auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras o IV Encontro das Bibliotecas Escolares de Oeiras. Nesta edição, a temática a abordar é a Leitura no Percurso Escolar. O objectivo deste encontro passa por promover a reflexão e o debate em torno da biblioteca escolar no desenvolvimento de competências e práticas de leitura ao longo do percurso escolar.

O programa foi estruturado de modo a equilibrar as abordagens teóricas e práticas à temática. Deste modo, o Encontro das Bibliotecas Escolares de Oeiras terá uma conferência de abertura e uma conferência de encerramento onde serão efectuadas abordagens de enquadramento da temática. Também decorrem quatro painéis onde serão apresentados testemunhos sobre o trabalho desenvolvido nos diversos graus de ensino em escolas do Concelho de Oeiras.


Consulte o Programa aqui.

Para mais informações contactar Sofia Pinto em sabe.bma@cm-oeiras.pt, ou pelo tel. 214 118 973.
Programa sujeito a alterações

‘Histórias Com Riscos & Rabiscos’

“O Cão Que Joga Xadrez” chegou à Sala Infantil da Biblioteca Municipal de Carnaxide no dia 26. Foi recebido por 46 crianças do 2º e do 3º ano do 1º Ciclo do Ensino Básico da Escola Sylvia Phillips, acompanhadas pelas respectivas professoras, já habituais nestas andanças.
Celeste Maia, a autora, projectou imagens, apresentou o livro, e inaugurou a exposição dos originais que o ilustram.
Às crianças presentes cabe a rescrita ilustrada (durante o mês de Outubro) de um final desigual para a aventura vivida por Nicolas e o seu cão; à autora pertence a leitura dos desfechos engendrados, e (nos finais de Novembro), a oferta de um prémio ao melhor ‘risco & rabisco’ por turma.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Grupos de Leitores em Outubro

Com o início do novo mês é tempo de preparar a leitura de novos livros para os Grupos de Leitores das Bibliotecas Municipais de Oeiras.
Nos próximos dias 2 e 9 de Outubro os Grupos de Leitores da Biblioteca Municipal de Carnaxide e da Biblioteca Municipal de Oeiras vão ler as seguintes obras:

Biblioteca Municipal de Carnaxide








Autor: Albert Camus
Título: A Peste


Biblioteca Municipal de Oeiras








Autor: Władysław Szpilman
Título: O Pianista

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Hoje há VINDIMAS na Biblioteca de Oeiras!

Na época do ano em que se vindimam as uvas,

temos a oportunidade de saborear bago a bago,

palavra a palavra,

os cachos de contos,

aquecidos e adoçados pelo Sol tropical,

vindimados pela voz quente e alegre de Beatriz Quintella.

Aqui fica o convite para um serão de contos, inebriante, a não perder!

Hoje - 28 Set. - BMO - 21H30

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

A filha rebelde : da Cuba do Che ao Portugal de abril, a vida fantástica de Annie Silva Pais, filha do último director da PIDE

Autor: José Pedro Castanheiro e Valdemar Cruz


Renovei a esperança de que é possível. Um mundo mais justo e solidário enquanto houver pessoas ( e espero que existam) como a personagem que acreditando num ideal lutador ele, quase meio século passado da revolução urbana viva Fidel e viva o inesquecível Che Guevara.
Obrigada também aos autores do livro! E claro a quem mo indicou, obrigada, obrigada e obrigada!

Luísa Maria Mendes Freire, 49 anos, Funcionária P
ública
entrada n.º 0069

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Livro "Sociedade da Informação - O Percurso Português"


No dia 25 de Setembro às 17:30 na Fundação Calouste Gulbenkian, terá lugar o lançamento do livro "Sociedade da Informação - O Percurso Português". O volume, organizado pela Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação, conta com a coordenação de José Dias Coelho, prefácio de Jorge Sampaio e reúne como autores 48 especialistas na área.

Para mais informações consulte as Edições Sílabo e o Índice da obra.

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

O Livro das Canções

Autor: Isabel Lama, Carlos Vidal, Manuela Encarnação



Gostei muito, porque foi um dos primeiros livros musicais que eu ouvi.

Manuel, 27 anos, Estudante

entrada n.º 0068

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Cancelamento da 1ª Sessão do Ciclo de Conversas na Aldeia Global

Devido a impossibilidade de última hora, motivada por incompatibilidade de agenda, a primeira sessão do ciclo de "Conversas Aldeia Global" com José Magalhães, actual Secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna, não se irá realizar no sábado, dia 22 de Setembro, conforme anunciado. Durante a próxima semana informaremos sobre a nova data destinada ao início das Conversas na Aldeia Global.
Pedimos desculpa pelo incómodo causado e agradecemos toda a compreensão.

AVISO

Por indisponibilidade da refe informática da Câmara Municipal de Oeiras durante o próximo Sábado, dia 22 de Setembro, informamos que os serviços de atendimento ao público se encontram em funcionamento com algumas condicionantes técnicas. Assim, durante todo o dia de Sábado não é possível aceder à Internet a partir dos serviços internos das Bibliotecas Municipais de Oeiras, bem como disponibilizar o acesso on-line ao Catálogo das BMO.
Apresentamos as nossas desculpas pelo incómodo causado e agradecemos a sua compreensão.

Regresso ao prazer da leitura!

De volta ao nosso Grupo de Leitores, após umas férias merecidas, começámos com uma proposta de peso, dois livros de Agustina Bessa-Luís, A Sibila e Fanny Owen.
Novamente, foi um prazer contar com este grupo especial que nos faz ver, sempre, o livro do mês sob diversas perspectivas e sensibilidades.
A nossa opinião sobre a autora do mês foi unânime, Agustina trabalha muito bem o texto, tem comentários fabulosos, as páginas estão recheados de muitos “labirintos” e códigos, que hão-de passar despercebidos ao comum dos leitores, porém, a junção com o enredo levou-nos a ter alguma dificuldade em nos agarrar ao livro, o que originou enumeras reflexões.

Para Outubro, vamo-nos entregar à lúcida aceitação do destino humano, com a obra “ A Peste”, de Camus.

Sondagem de Julho e Agosto

Durante os meses de Julho e Agosto fizemos mais uma sondagens ao leitores das Bibliotecas Municipais de Oeiras através do blog Oeiras a Ler.

À pergunta Que leituras prefere nas suas férias? responderam 80 pessoas, tendo as respostas ficado distribuídas da seguinte forma:

Banda desenha - 1 voto
Contos - 5 votos
Jornais e revistas - 7 votos
Poesia - 5 votos
Policial - 5 votos
Romance - 49 votos
Rótulos de bebidas - 3 votos
Livros Técnicos - 5 votos

Da análise dos dados é possível verificar que a maioria das pessoas prefere ler romances durantes as férias. As restantes hipóteses de resposta tiveram um número de votos pouco expressivos, sendo de destacar pela negativa a opção de banda desenhada com apenas 1 voto e pelo lado do humor os 3 leitores que optam por ler apenas rótulos de bebidas durante o Verão.