quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Itinerância da Exposição de Ilustração "A Casa Branca" -





Desde 14 Janeiro deste ano, está em curso a itinerância da exposição de ilustração A Casa Branca, de Sophia de Mello Breyner Andresen por 8 escolas do Concelho de Oeiras: EBI Miraflores, EBI S. Bruno, EBI/JI Sophia de Mello Breyner, EBI Joaquim de Barros, EBI João Gonçalves Zarco, EBI/JI Porto Salvo, EBI/JI Gomes Freire de Andrade, EBI/JI Cesário Verde.
Em torno da exposição estão a decorrer, em contexto escolar, um conjunto de oficinas centradas na obra infanto juvenil de Sophia e no universo criativo que dela emana. Trata-se de um conjunto de atividades que procuram fomentar o gosto pelas obras exploradas e pela leitura, através de estímulos e da atmosfera oferecidos pela exposição. Será, por isso, efetuado um percurso por 8 escolas do 1º Ciclo e Jardins de Infância materializando a metáfora escolhida como caminho de leitura da obra de Sophia: 8 Contos, 8 Ilustradores, 8 Escolas.
Em cada uma das 8 escolas, durante o período de permanência da exposição na respetiva Biblioteca Escolar, serão realizadas 2 oficinas, destinadas aos alunos do 1º Ciclo e Jardins de Infância. Estas oficinas passam por 3 ações sequenciais Ver, pensar e fazer, cuja dinamização é da Madalena Marques e André Letria.
Através da linguagem teatral os participantes são transportados pelo universo poético de Sophia. Mergulham depois na descontrução/construção de conceitos como a poesia e a ilustração. Por fim, constroem maquetes de cenários a partir dos 8 livros presentes na exposição: A Menina do Mar, A Fada Oriana, O Cavaleiro da Dinamarca, A Árvore, O Rapaz de Bronze, A Noite de Natal, o Bojador e A Floresta.

Desde o início desta iniciativa temos procurado trilhar um caminho de dinamização e incentivo da obra de Sophia de Mello Breyner Andresen, desde a Exposição de Ilustração, ao Ciclo de Conversas "Que Língua Falam os Poetas?", cuja próxima sessão é já amanhã, dia 15 de Fevereiro, às Oficinas nas Escolas e outras performances.




 
 
 
 
 
Esteja atento ao programa. A poesia anda por aqui!




Mais informações
21 440 63 30
ana.jardim@cm-oeiras.pt

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

A escritora Mónica Gaiolas esteve na Biblioteca de Algés com o Ernesto

A escritora Mónica Gaiolas veio à Biblioteca Municipal de Algés contar uma história da sua autoria ,"Ernesto, o menino com gaguez" sendo terapeuta da fala tirou dúvidas e falou com os pais sobre este tema.
Foi uma hora do Conto muito especial em que os mais pequenos ficaram a conhecer o problema da gaguez e até tivemos um menino que pode dar o seu exemplo.
Agradecemos a disponibilidade da autora e a sua simpatia.



Concurso de escrita criativa inter-prisões 2012

Na semana passada as Bibliotecas Municipais de Oeiras em conjunto com o Estabelecimento Prisional de Caxias realizaram uma actividade em torno da participação de alguns reclusos no concurso de escrita criativa inter-prisões 2012.

Após uma análise de todos os textos apresentados o Júri seleccionou 2 trabalhos que foram enviados para o concurso de escrita criativa.

O concurso “Conta-me a tua história" é promovido pela Direcção-Geral dos Serviços Prisionais, em parceria com a DGLAB e o apoio das Bibliotecas Municipais.
O Concurso de Escrita Criativa 2012 subordinado ao tema “Conta-me a tua história” integra-se nas atividades socioculturais de promoção da escrita e da leitura junto da população reclusa e ainda nas iniciativas do Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações. Visa promover valores de cidadania, dignidade, não discriminação e participação ativa para o desenvolvimento de uma sociedade harmoniosa. O Concurso envolve Bibliotecas Municipais dos concelhos onde existem estabelecimentos prisionais, uma vez que farão, com os EP, a pré-seleção dos trabalhos. 
Img: DGLAB

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Prova de Livros: Oficina de Escrita Criativa - Um Passeio Pela Escrita, por Teresa Lopes Vieira

Teresa Lopes Vieira é escritora, tendo publicado dois romances baseados nas viagens que fez e lugares onde viveu. O primeiro - Os Diários da Mulher Peter Pan (2010) - passa-se no Equador, Colômbia e Venezuela. O segundo - Gato Persa Social Club (2012) - conta uma história de emigração entre o Egipto e Amersterdão. Tem um terceiro romance previsto em Maio de 2013, também com a Bertrand Editora.
É formada em Direito, mas cedo descobriu na escrita e nas viagens as suas verdadeiras paixões.
Na sua oficina de escrita criativa, a decorrer na Biblioteca Municipal de Carnaxide - sábado, 16 de Fevereiro, entre as 14h30 e as 18h00 - realiza uma viagem ao mundo da escrita que ensina “o que é criar e como fazê-lo através das palavras”, com exercícios para desenferrujar as ideias e a criatividade. No final, a autora irá apresentar os seus livros e conversar com o público sobre as obras e as viagens que as inspiram.
 
Informações e Inscrições:
Biblioteca Municipal de Carnaxide | Serviço de Apoio ao Leitor
Telefone: 210 977 432/4
 
 

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Poeta do Mês - Manuel Alegre















Manuel Alegre nasce a 12 de Maio de 1936 em Águeda. Estudou Direito na Faculdade de Direito de Coimbra, e integrou-se nos grupos de estudantes de oposição ao regime de Salazar. É escritor, poeta e político.

Em 1960 publica poemas nas revistas Briosa, Vértice e Via Latina. Participou na coletânea A Poesia Útil e Poemas Livres. Entre 1964 e 1974 vive no exílio primeiro em Paris e depois em Argel, sendo considerado um dos símbolos da resistência ao regime.

Um dos seus poemas musicados e mais conhecido é Trova do Vento que Passa, cantado por Adriano Correia de Oliveira. Para além da poesia, é autor de livros de ficção como Cão como nós, literatura infantil como o O Príncipe do Rio, ensaios, crónicas e textos políticos.
A sua obra foi traduzida para italiano, espanhol, alemão, catalão, francês, romeno e russo.

Prémios literários:
1998 - Prémio de Literatura Infantil António Botto, pelo livro As Naus de Verde Pinho
1998 - Prémio da Crítica Literária atribuído pela Secção Portuguesa da Associação Internacional de Críticos Literários, pelo livro Senhora das Tempestades
1998 - Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores, patrocinado pelos CTT, pelo livro Senhora das Tempestades
1999 - Prémio Pessoa, patrocinado pelo jornal Expresso e importante referência no panorama cultural português, pelo conjunto da Obra Poética , editada em 1999
1999 - Prémio Fernando Namora, patrocinado pela Sociedade Estoril-Sol, pelo livro A Terceira Rosa
2008 – Prémio D. Dinis, patrocinado pela Fundação da Casa Mateus, pelo livro Doze Naus
2010 - Tributo Consagração atribuído pela Fundação Inês de Castro (FIC), instituição de Coimbra, pela totalidade da sua obra.



Consulte a sua obra no Catálogo das BMO
Bibliografia:

Dia da Internet Segura - «Liga-te, mas com respeitinho...»

O Dia da Internet Segura (SID) é coordenado pelo Centro Internet Segura e acontece em Fevereiro de cada ano para promover uma utilização mais segura, inclusiva e mais responsável das tecnologias on-line e telefones móveis, especialmente entre as crianças e jovens em todo o mundo. O dia comemora-se na terça-feira, dia 5 de Fevereiro de 2013, decorrendo actividades de sensibilização ao longo de 2 semanas (de 4-16 de Fevereiro) em todo o território nacional.
A organização internacional que promove este dia, o Insafe, escolheu como tema para 2013 a questão dos direitos e responsabilidades de quem navega pela internet e, como lema temos, a expressão, traduzida para português: "Liga-te, mas com respeitinho...". 
As Bibliotecas Municipais de Oeiras associam-se a esta iniciativa e divulgam informação alusiva à Semana da Internet Mais Segura:


domingo, 3 de fevereiro de 2013

Carta de Serviços das Bibliotecas Municipais de Oeiras

No seguimento da implementação do Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) às Bibliotecas Municipais de Oeiras em 2009, têm sido realizadas diversas diligências de forma a tornar o SGQ numa ferramenta de gestão estratégica para as bibliotecas municipais mas também num canal de informação para os utilizadores.
 
De forma a desenvolver e potenciar a Carta de Compromissos criada em 2010, que funciona como meio de informação e divulgação, criou-se em Janeiro passado a Carta de Serviços.
Neste documento definimos um conjunto de indicadores de qualidade que pretendem aferir o funcionamento quotidiano das bibliotecas municipais ao monitorizar um conjunto de indicadores chave:
 
- Tempo máximo de espera nos locais de atendimento;
- Resposta a pedidos de empréstimo intra-bibliotecas;
- Resposta a pedidos de informação via email;
- Resposta a reclamações e sugestões;
- Grau de satisfação dos utilizadores no Inquérito Anual;
- Crescimento da colecção anual (2012: 123.768);
- Actualização do blog Oeiras a Ler e da página do Facebook;
- Número de actividades anuais.
 
Este documento está disponível para consulta no Balcão Central das bibliotecas municipais, podendo ser também consultado na secção "Política da Qualidade" na página das Bibliotecas Municipais de Oeiras.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Viagens Por Entrelinhas com a Escola João Gonçalves Zarco

Nos dia 11 e 15 de Janeiro fizemos uma viagem com as turmas do 2º ano da Escola João Gonçalves Zarco.
Embarcamos na história com Cuquedo, demos boleia ao Olharapo e ao Papão do desvão,  divertimo-nos a construir os nossos monstrinhos e terminámos a viagem com as histórias dos nossos fantoches.





quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Ciclo de Conversas "Que Língua Falam os Poetas?"





É já amanhã a 2ª sessão do Ciclo de Conversas "Que Língua Falam os Poetas?", desta feita com António Mega Ferreira e Fernanda Fragateiro, na Biblioteca Municipal de Oeiras, Sala de Leitura. A moderação é de José Carlos Vasconcelos.

Uma conversa em torno do imaginário literário e do mundo maravilhoso de Sophia de Mello Breyner Andresen.

Apareça!

Mais informações ana.jardim@cm-oeiras.pt  ou 21 440 63 30

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Teresa Lopes Vieira no H(á) Conversa com Escritores





O H(á) Conversa com Escritores saiu novamente fora de portas e levou a escritora Teresa Lopes Vieira à EB23/S Aquilino Ribeiro em Talaíde.
Teresa nasceu em Lisboa em 1984. Licenciou-se em Direito, tendo posteriormente dedicado o seu tempo à escrita e à formação a esse nível. As viagens tiveram um papel muito importante no seu percurso literário. Durante sete meses viajou sozinha pela América Latina, onde visitou a Colômbia, o Equador, a Venezuela, a Argentina e o Uruguai. Foram os três primeiros países que a inspiraram na escrita do seu primeiro livro Os diários da Mulher Peter Pan. Diana leva uma vida monótona até partir para uma viagem de negócios no Uruguai onde depois de sofrer um grave acidente é salva por uma tribo da Amazónia. Também a escritora viveu com uma tribo na Amazónia. Essa foi uma das experiências que partilhou com as três turmas que a ouviam atentamente. O seu segundo livro Gato Persa Social Club publicado em 2012, foi escrito depois de uma viagem a Amesterdão e ao Cairo. Passado entre essas duas cidades trata vários temas polémicos: a emigração, os casamentos de conveniência, a busca da identidade cultural e a perda das origens.
Foram muitas as perguntas feitas pelos estudantes. Teresa foi passando fotos das suas viagens enquanto conversava com os alunos sobre os seus romances e a importância da leitura nas suas vidas futuras.

O próximo encontro será no dia 16 de Março com a escritora Luísa Moniz na mesma escola.

Até lá!

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

João Rebocho Pais no Grupo de Leitores da Biblioteca Municipal de Oeiras

No dia 11 de Dezembro, João Rebocho Pais, autor de "O Intrínseco de Manolo", esteja à conversa com o Grupo de Leitores da Biblioteca Municipal de Oeiras.


Fazendo parte da Pré-selecção portuguesa para a edição do Festival do Primeiro Romance de 2013, foi com grande entusiasmo que recebemos o autor João Rebocho País. O Grupo estava bastante interessado em conhecer o autor por detrás do livro e o homem por detrás da história.

O primeiro romance do comissário de bordo João Rebocho Pais, “O Intrínseco de Manolo”, que pensava editar o livro só para os amigos e acabou a editá-lo na editora Leya, conta-nos a história de Manolo que mora na aldeia alentejana, Cousa Vã. Com um trabalho pormenorizado na construção das personagens e contado numa linguagem popular, este livro conta a história de Manolo e da Maria, sua mulher, e a participação dos habitantes da aldeia no seu dia-a-dia.


Ao longo da sessão ficámos a conhecer melhor o autor, a ideia de escrever este livro e de onde surgiu a inspiração para a aldeia de Cousa Vã. Numa mistura do bairro dos Olivais, em Lisboa, e das referências familiares do Alentejo, nasce esta aldeia imaginária: "Este Alentejo que eu retrato através da aldeia inventada de Cousa Vã é aquele que eu me habituei a conhecer devido à minha origem familiar. O interior desertifica-se. Mas se as pessoas partem, a terra fica. E os que ficam com ela agarram-se à vida."

João Rebocho Pais tem 50 anos e passou metade da sua vida em aviões, como comissário de bordo. Durante as escalas de trabalho, ocupa muito do seu tempo a escrever. Em quartos de hotel na América ou em África acaba o livro que assinala a sua aterragem na meia-idade e que tenciona oferecer aos amigos.

Em resposta à questão quem é o Manolo o autor respondeu: "O Manolo é uma pessoa boa que representa tudo o que nós temos de melhor quando estamos sozinhos. Representa essa liberdade de nos conhecermos melhor a nós próprios e de conseguirmos triunfar de uma forma natural, sem alarido. Com respeito pelos que o rodeiam. O seu intrínseco está precisamente nessa possibilidade de distinguir, na vida, o essencial do acessório."

Como acontece com todos os escritores o grupo de leitores queria saber como aparece a escrita no dia-a-dia de um comissário de bordo: "A a minha necessidade de escrita só surgiu depois de perceber que dispunha do luxo de ter imenso tempo para ler. E de, viajando para muitos sítios, ter a possibilidade de confrontar muitas vezes o que se vê com aquilo que se lê sobre esses sítios. Ao mesmo tempo, viajar, para quem gosta de escrever, é uma experiência brutal. O frenesim de Nova Iorque ou o caos de Luanda são inesquecíveis."

Agradecemos a disponibilidade e simpatia do João Rebocho Pais.

Continua a selecção para o Festival do Primeiro Romance de 2013!

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Nasceu uma Flor Gigante na Biblioteca Municipal de Algés

No passado sábado, dia 12 de Janeiro, foi lançada na Biblioteca Municipal de Algés A Semente Pequenina de Eric Carle (Hora do Conto) e nasceu uma Flor Gigante (Atelier). Agradecemos a todas as crianças que participaram na atividade e que generosamente coloriram esta flor. A Flor Gigante estará exposta no espaço infantil da BMA até ao final do mês de Janeiro.
Ficamos à vossa espera!



segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Hora do conto " Ernesto, o menino com gaguez"


Prova de Livros, por Teresa Cortez - Vamos Vestir o Lobo!


sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Luísa Moniz no H(á) Conversa com Escritores

Ontem, o H(á) Conversa com Escritores saiu fora de portas e levou a escritora Luísa Moniz à EBI  Sophia de Mello Breyner na Outurela.
Professora há 30 anos numa escola em Chelas, Luísa, está neste momento deslocada para o SOS-Criança. E foi sobre o livro que escreveu Menino como eu que aborda a temática das crianças maltratadas que a escritora falou com três turmas da referida escola.
O título do livro surge de uma conversa que teve com uma menina de 8 anos quando ainda dava aulas. A criança estava à sua espera no portão na escola e perguntou-lhe: - Professora sabe como é uma menina como eu? E Luísa respondeu - Como tu, como? E a menina disse - Maltratada!
Esta história teve um final feliz. A menina foi encaminhada para o Instituto de Apoio à Criança (IAC) consegui acabar os estudos e encontrar um emprego, casou e mais tarde a sua filha foi aluna de Luísa.
O IAC nasceu em Março de 1983 e tem como objetivos promover e defender os Direitos da Criança, junto de diferentes entidades e instituições e da comunidade em geral. O Projeto Trabalho de Rua com crianças em situação e marginalidade já retirou 600 crianças das ruas, crianças essas que voltaram ou para junto da sua família ou das instituições de onde tinha fugido.
Em 1988, o IAC criou o SOS-Criança um serviço anónimo e confidencial, de apoio às Crianças e Jovens até aos 18 anos. É um serviço de prevenção que pretende atuar antes que a situação de risco se concretize.
Foram muitas as questões colocadas pelos jovens, muitos dos quais não sabiam da existência desta linha de apoio.
Um dos jogos que Luísa fez com eles foi pedir-lhes que amachucassem uma folha de papel e depois tentassem que ela ficasse como antes de ter sido amachucada.Uma metáfora de como uma criança maltratada não volta a ser a mesma.
O próximo H(á) Conversa com Escritores será com a escritora Teresa Lopes Vieira, no dia 16 de Janeiro, às 10h30, na EB23/S Aquilino Ribeiro em Talaíde.

Até lá!








quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Coloca uma estrela!

No mês de Novembro e Dezembro propusemos um novo desafio aos nossos utilizadores do espaço infantil da Biblioteca Municipal de Algés.
Das várias obras seleccionadas da escritora Luísa Ducla Soares os nossos pequenos utilizadores tinham de  escolher o seu preferido e colocar uma estrela.
Tiveram de escolher entre:
  • "Contos para Rir"
  • "Uma vaca de Estimação"
  • "Tudo ao contrário"
  • "Poemas da Mentira e da Verdade"
  • "Seis Histórias às Avessas"
  • "A cidade dos Cães e outras histórias"
  • "A princesa da chuva"
  • "Crime no Expresso do tempo"

E o grande vencedor foi...


"Poemas da Mentira e da Verdade"

"Esperem para ver qual será o próximo desafio!

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

TOP das Bibliotecas Municipais de Oeiras

Fique a conhecer quais os livros de ficção mais procurados na Rede de Bibliotecas Municipais de Oeiras em OUTUBRO, NOVEMBRO e DEZEMBRO de 2012.

Este TOP tem uma actualização trimestral.


1.º José Rodrigues dos Santos - A mão do Diabo

Sinopse:  A crise atingiu Tomás Noronha. Devido às medidas de austeridade, o historiador é despedido da faculdade e tem de se candidatar ao subsídio de desemprego. À porta do centro de emprego, Tomás é interpelado por um velho amigo do liceu perseguido por desconhecidos.
O fugitivo escondeu um DVD escaldante que compromete os responsáveis pela crise, mas para o encontrar Tomás terá de decifrar um criptograma enigmático.
O Tribunal Penal Internacional instaurou um processo aos autores da crise por crimes contra a humanidade. Para que este processo seja bem-sucedido, e apesar da perseguição implacável montada por um bando de assassinos, é imperativo que Tomás decifre o criptograma e localize o DVD com o mais perigoso segredo do mundo.

 
 
2.º Maria Teresa Horta - As luzes de Leonor

Sinopse: Um romance sinfónico sobre a Marquesa de Alorna, Leonor de Almeida Portugal, neta dos Marqueses de Távora, uma figura feminina ímpar na história literária e política de Portugal. A grande escritora Maria Teresa Horta, persegue-a e vigia-a nos momentos mais íntimos, atraída pela desmesura de Leonor, no seu permanente conflito entre a razão e a emoção. Acompanha-a no voo de uma paixão, que seduz os espíritos mais cultos da época, o chamado "século das luzes", e abre as portas ao romantismo em Portugal.


 
3.º E. L. James - As cinquenta sombras de Grey

Sinopse: Anastasia Steele é uma estudante de literatura jovem e inexperiente. Christian Grey é o temido e carismático presidente de uma poderosa corporação internacional. O destino levará Anastasia a entrevistá-lo. No ambiente sofisticado e luxuoso de um arranha-céus, ela descobre-se estranhamente atraída por aquele homem enigmático, cuja beleza corta a respiração. Voltarão a encontrar-se dias mais tarde, por acaso ou talvez não. O implacável homem de negócios revela-se incapaz de resistir ao discreto charme da estudante. Ele quer desesperadamente possuí-la. Mas apenas se ela aceitar os bizarros termos que ele propõe... Anastasia hesita. Todo aquele poder a assusta - os aviões privados, os carros topo de gama, os guarda-costas... Mas teme ainda mais as peculiares inclinações de Grey, as suas exigências, a obsessão pelo controlo… E uma voracidade sexual que parece não conhecer quaisquer limites. Dividida entre os negros segredos que ele esconde e o seu próprio e irreprimível desejo, Anastasia vacila. Estará pronta para ceder? Para entrar finalmente no Quarto Vermelho da Dor? As Cinquenta Sombras de Grey é o primeiro volume da trilogia de E. L. James que é já o maior fenómeno literário do ano em todos os países onde foi publicado. 
 



4.º Júlio Magalhães - Por ti, resistirei

Sinopse: Carlos e Nicole conheceram-se nas ruas de Paris. As tropas alemãs avançavam em passo forte e determinado, mas todos acreditavam que a capital francesa estava a salvo da loucura de Adolf Hitler. Enganavam-se. Em poucas semanas, as tropas nazis estavam às portas de Paris e milhares de refugiados procuravam salvação. Nicole encontrou-a em Bordéus pelas mãos do embaixador Aristides de Sousa Mendes que lhe entregou um visto para chegar até Portugal, onde finalmente cairia nos braços do seu amado. Longe da guerra, longe do perigo, longe do estigma de ser judia, seria finalmente feliz. Mas há preconceitos que são difíceis de quebrar e mais uma vez os dois amantes são obrigados a seguir caminhos diferentes.

 
5.º Carlos Ruiz Zafón O Príncipe da Neblina
Sinopse: O primeiro livro da trilogia Neblina.
Um diabólico príncipe que tem a capacidade de conceder e realizar qualquer desejo... a um preço muito elevado.
O novo lar dos Carver, numa remota aldeia da costa sul inglesa, está rodeado de mistério. Respira-se e sente-se a presença do espírito de Jacob, o filho dos antigos donos, que morreu afogado.
As estranhas circunstâncias dessa morte só se começam a perceber à medida que os jovens Max, a irmã Alicia e o amigo Roland vão descobrindo factos muito perturbadores sobre uma misteriosa personagem de seu nome… o Príncipe da Neblina.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Reis e Rainhas na Biblioteca de Algés

Aproposito do dia de Reis o jardim de infância Pinóquio veio à Biblioteca Municipal de Algés cantar as Janeiras, todos com a sua coroa cantaram bem e muito afinadinhos.
Obrigada e esperamos mais cantorias para o ano.


sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Formação sobre a Base de Dados PORDATA

O Centro Oeiras a Ler irá promover no dia 26 de Janeiro (sábado), das 16h às 18h, na Biblioteca Municipal de Algés uma ação de formação sobre a PORDATA – Base de Dados Estatística sobre Portugal Contemporâneo e Europa.
 
A Pordata é uma iniciativa da Fundação Francisco Manuel dos Santos e destina-se a facultar, a todos os cidadãos, instituições e empresas, uma base de dados sobre Portugal contemporâneo assim como sobre a Europa. Esta aplicação, para além de disponibilizar dados estatísticos de diversas fontes, permite trabalhá-los de forma interativa, através de funcionalidades ao nível da produção de mapas e gráficos, edição de tabelas, cálculos automáticos de percentagens e muitas outras aplicações.
Nesta ação serão abordadas as diferentes formas de acesso, edição e apresentação dos dados compreendidos no portal Pordata.pt, bem como a criação de gráficos animados e estáticos, a exploração do sistema de georeferenciação e a exportação de conteúdos.
Destinatários: Jovens e Adultos
Informações e inscrições: BMAlgés, tel. 210977480/1, marta.silva@cm-oeiras.pt

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Boas Festas!


quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Literatura e Gastronomia - Carlos Paião

Vinho do Porto
Primeiro a serra semeada terra a terra
Nas vertentes da promessa
Nas vertentes da promessa
Depois o verde que se ganha ou que se perde
Quando a chuva cai depressa
Quando a chuva cai depressa

E nasce o fruto quantas vezes diminuto
Como as uvas da alegria
Como as uvas da alegria
E na vindima vão as cestas até cima
Com o pão de cada dia
Com o pão de cada dia

Suor do rosto p’ra pisar e ver o mosto
Nos lagares do bom caminho
Nos lagares do bom caminho
Assim cuidado faz-se o sonho fermentado
Generoso como o vinho
Generoso como o vinho

E pelo rio vai dourado o nosso brio
Nos rabelos duma vida
Nos rabelos duma vida
E para o mundo vão garrafas cá do fundo
De uma gente envaidecida
De uma gente envaidecida

Vinho do Porto
Vinho de Portugal
E vai à nossa
À nossa beira-mar
À beira Porto
Há vinho Porto mar
Há-de haver Porto
Para o nosso mar

Vinho do Porto
Vinho de Portugal
E vai à nossa
À nossa beira-mar
À beira Porto
Há vinho Porto mar
Há-de haver Porto
Para o desconforto
Para o que anda torto
Neste navegar

Por isso há festa não há gente como esta
Quando a vida nos empresta uns foguetes de ilusão
                       

Vem a fanfarra e os miúdos, a algazarra
Vai-se o povo que se agarra p’ra passar a procissão
E são atletas, corredores de bicicletas
E palavras indiscretas na boca de algum rapaz
E as barracas mais os cortes nas casacas
Os conjuntos, as ressacas e outro brinde que se faz

Vinho do Porto vou servi-lo neste cálice
Alicerce da amizade em Portugal
É o conforto de um amor tomado aos tragos
Que trazemos por vontade em Portugal

Se nós quisermos entornar a pequenez
Se nós soubermos ser amigos desta vez
Não há champanhe que nos ganhe
Nem ninguém que nos apanhe
Porque o vinho é português


Carlos Paião
Pudim de Ovos com Vinho do Porto

7 ovos
250 gramas de açúcar
raspa de 1 laranja
5 dl leite
1 cálice de vinho do Porto
1 colher de sopa cheia de farinha Maizena
Preparação:

Numa tijela juntar o açúcar com a farinha. De seguida, juntar os ovos, um a um, e bater bem.
Depois, juntar o leite, o vinho do Porto e a raspa da laranja, e mexer bem.
Coar e deitar em forma previamente caramelizada.
Cozer em banho-maria em forno aquecido (180º) durante cerca de 70 minutos.
Retirar do forno e deixar arrefecer.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Nuno Camarneiro vence Prémio Leya 2012


Nuno Camarneiro, autor seleccionado este ano pelas Bibliotecas Municipais de Oeiras, para representar Portugal no Festival du Premier Roman de Chambéry, venceu a quinta edição do Prémio Leya com o livro Debaixo de Algum Céu. Um romance que é uma "exploração da ideia de purgatório" segundo o seu autor.

Camarneiro tinha já uma obra publicada com a Leya, intitulada No Meu Peito Não Cabem Pássaros. A obra vencedora deverá ser publicada em Março e foi escolhida “por maioria” por um júri presidido por Manuel Alegre.

O júri "apreciou no romance Debaixo de Algum Céu a qualidade literária com que, delimitando intensivamente a figura fulcral do 'romance de espaço' e do 'romance urbano', faz de um prédio de apartamentos à beira-mar o tecido conjuntivo da vida quotidiana de várias personagens - saídas da gente comum da nossa actualidade, mas também por isso carregadas de potencial significativo".

O romance, continua o júri, que é um "retrato de uma microsociedade unida pelo espaço em que vivem os personagens", organiza-se a partir de um conjunto de vozes que dão conta de vidas e destinos que o acaso cruzou num período de tempo delimitado entre um Natal e um  Fim do Ano".

"Estou num estado de euforia: o meu objectivo para hoje é tentar não ter um ataque cardíaco", disse ao PÚBLICO, Nuno Camarneiro, que concorreu ao prémio com aquele que é o seu segundo romance mas não o escreveu a pensar no prémio. "Só decidi concorrer ao prémio depois de o ter escrito", confessou o autor.

Este livro é, para Nuno Camarneiro, "uma exploração da ideia de purgatório": "Quase todo passado dentro de um prédio e em oito dias, entre o Natal e o Ano Novo, e cada inquilino atravessa durante esse período o seu purgatório pessoal", explica.

O prémio, no valor de 100 mil euros, é dado pela Leya, um dos maiores grupos editoriais portugueses que reúne mais de uma dezenas de editoras e chancelas de Portugal, Angola, Moçambique e Brasil. O objectivo do prémio é distinguir um romance inédito escrito em português.

Além de escritor, Camarneiro, que nasceu na Figueira da Foz, é investigador e professor. Foi membro do GEFAC (Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra) e do grupo musical Diabo a Sete, tendo ainda integrado a companhia teatral Bonifrates. Trabalhou no CERN (Organização Europeia para a Investigação Nuclear) em Genebra e concluiu o doutoramento em Ciência Aplicada ao Património Cultural em Florença.

Em 2010 regressou a Portugal, sendo actualmente investigador na Universidade de Aveiro e professor do curso de Restauro na Universidade Portucalense do Porto. Começou por se dedicar à micronarrativa, tendo alguns dos seus contos sido publicados em colectâneas e revistas. No Meu Peito não Cabem Pássaros foi a sua estreia no romance. O júri diz ainda que a escrita "é precisa e flui sem ceder à facilidade, mas reflectindo a consciência de um jogo entre o desejo de chegar ao seu destinatário, o leitor, e um recurso mínimo a artifícios retóricos em que só uma sensibilidade poética eleva e salva a banalidade e os limites do quotidiano".

O prémio, de 100 mil euros e que é o maior em valor pecuniário no domínio da literatura de expressão portuguesa, foi criado em 2008 e nas duas primeiras edições foi conquistado pelo brasileiro Murilo Carvalho e pelo moçambicano João Paulo Borges Coelho. Na terceira edição não foi atribuído.

O júri do Prémio LeYa 2012, presidido por Manuel Alegre, é ainda constituído pelos escritores Nuno Júdice, Pepetela e José Castello, por José Carlos Seabra Pereira, professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, Lourenço do Rosário, reitor do Instituto Superior Politécnico e Universitário de Maputo, e Rita Chaves, crítica literária e professora da Universidade de São Paulo.

Fonte: Público

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Prova de Livros - Amor por Amar, de Teresa Lage

No sábado, 15 de dezembro, pelas 16h00, realiza-se na Biblioteca Municipal de Carnaxide o lançamento do livro «Amor por Amar» de Teresa Lage, com apresentação a cargo de Aida Sousa Dias, Rosa Machado e Cecilia Melo e Castro.
 
Desde muito cedo que a poesia começou a fazer parte da sua vida. Colaborou em algumas revistas e ganhou o 1º Prémio Nacional de Literatura Juvenil “Ferreira de Castro”. Em 2011, Teresa Lage editou o seu primeiro livro “Reflexos d’Alma”, ao qual se vem juntar esta sua segunda obra de poesia «Amor por Amar» da Chiado Editora.
 

Ana Sofia Fonseca (" Como Carne em Pedra Quente")


No dia 6 de Dezembro, Ana Sofia Fonseca autora do livro " Como Carne em Pedra Quente" esteve à conversa com os Leitores da Biblioteca Municipal de Algés. 

No âmbito do Festival do Primeiro Romance os Grupos de Leitores têm convidado os autores incluídos na lista de Pré-selecção portuguesa.





 Ana Sofia Fonseca falou de si, do seu livro, das histórias acerca deste e do seu universo literário.

 A sua editora do Clube do Autor comentou que não esperava um livro tão triste e nesse sentido tão denso.

 A escritora falou do seu processo criativo. Começou a escrever este livro porque surgiu-lhe uma imagem estranhíssima de uma menina, das suas pernas, dos joelhos para baixo, os soquetes de renda branca e os sapatos de verniz a balouçar".
A história acabou por ficar vários anos na gaveta como uma história só dela.
Acerca do título conta-nos que surgiu muito naturalmente. Escolheu a expressão forte dentro da obra. Admite que é um título que causa impacto.
Conta-nos que não tem um método contínuo de escrita. Gosta de viver a liberdade criativa da escrita ficcional.
Enquanto jornalista e durante as entrevistas para as suas reportagens ouviu muitas histórias e fica com algumas dessas pessoas depois personagens na cabeça. "Gosta de dar corpo às suas personagens e depois deixar-se surpreender por elas" no seu universo literário.

 Aqui fica uma frase do livro:

"Tudo aconteceu fora do meu alcance, são assim os momentos importantes. A primeira vez que me senti viva foi quando me disseram que estava morta."

 Aqui ficam algumas frases da autora durante a sessão:

"Gosto de passar 15 dias numa casa, por exemplo no Douro. Levanto-me cedo, escrevo, faço uma caminhada e volto a escrever."

"África é o lugar das histórias e de grandes escritores como o Mia Couto e o José Eduardo Agualusa."

Em nome do Grupo de Leitores da Biblioteca Municipal de Algés agradeço a sua vinda à Ana Sofia Fonseca.





quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Apresentação do livro de poesia "Antes de Sermos Dia", de Sofia Barros



No próximo dia 14 de Dezembro, sexta, às 21H30 terá lugar na Galeria do Palácio Ribamar, em Algés a apresentação do livro de poesia Antes de Sermos Dia, de Sofia Barros. A apresentação ficará cargo de José Fanha e Rogério Charraz.

Sofia Barros nasceu em Lisboa a 21 de Agosto de 1972

Sofia fala pouco de si ou do mundo. Situa o seu discurso poético na expressão do amor pleno, da espera e da saudade.
Em geral, os poemas de Sofia parecem nascer de um impulso, de um cântico ao momento vivido e assume-se como partilha intensa prolongada no tempo que a palavra cristaliza. In prefácio de José Fanha.

Apareça. A poesia anda por aqui!

Informações
Biblioteca Municipal de Oeiras, Tel 21 440 63 30, ana.jardim@cm-oeiras.pt

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

O Natal está a chegar à Biblioteca Municipal de Algés...

O espaço Infantil da Biblioteca Municipal de Algés já está vestido com as cores de Natal!
Vem descobrir todas as surpresas que temos reservadas para ti...

 

 
Boas Festas!
Oh Oh Oh....


    PRELÚDIO DE NATAL

 
 
                                                    
       Tudo principiava
       pela cúmplice neblina
       que vinha perfumada
       de lenha e tangerinas
       Só depois se rasgava
       a primeira cortina
       E dispersa e dourada
       no palco das vitrinas
       a festa começava
       entre odor a resina
       e gosto a noz-moscada
       e vozes femininas
       A cidade ficava
       sob a luz vespertina
       pelas montras cercada
       de paisagens alpinas
       David Mourão-Ferreira

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Poeta do Mês - Herberto Helder



Herberto Helder nasceu na Madeira em 1930 e virou costas à ilha para partir à aventura pela Europa. Passou pela Universidade de Coimbra mas desistiu por achar que isso não acrescentava nada à sua formação. Andou à deriva por vários países da Europa onde teve profissões tão variadas como guia de marinheiros em bairros de prostitutas, cortador de legumes, empregado de restaurante, empacotador de aparas de papel e estivador. Deu largas à sua imaginação nas retretes privadas de Paris. Viveu momentos de precariedade e chegou a passar fome. Regressou a Lisboa, passando a viver da própria escrita. 

Reconhecido como um dos maiores poetas portugueses contemporâneos, Herberto Helder é mesmo apontado como uma referência na poesia portuguesa depois de Fernando Pessoa. O universo enigmático e metafórico que consegue criar com a sua poesia invocam muitas vezes uma dimensão cósmica que se aproxima das grandes leis que regem os movimentos da natureza.

Tal como a sua poesia, Herberto Helder é para o público uma personalidade enigmática. Recusou o Prémio Pessoa e com ele mais de 35 mil euros. Este ano foi proposto pelo Pen Clube de Portugal como português candidato ao Prémio Nobel da Literatura. 

Fonte:CITI

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Jerónimo Pizarro no "Café com Letras"

5.Dez.2012 - 21h30
Biblioteca Municipal de Oeiras

Carlos Vaz Marques conversa com Jerónimo Pizarro

Jerónimo Pizarro nasceu em Bogotá, capital da Colômbia. Descobriu a obra de Fernando Pessoa ainda no seu país através do “Livro do Desassossego” ao qual se seguiu “O Guardador de Rebanhos”. Em 2000, logo após se ter licenciado na Universidad de los Andes, chega a Portugal para estudar Linguística na Universidade Nova de Lisboa sem nunca imaginar que passaria os anos seguintes dedicado à obra pessoana. Posteriormente doutorou-se pelas Universidades de Harvard (2008) e de Lisboa (2006), em Literaturas Hispânicas e Linguística Portuguesa, respetivamente.
Editou, organizou e colaborou em diversas obras sobre literatura hispânica, literatura de expressão portuguesa e principalmente sobre a obra de Fernando Pessoa , como a primeira edição crítica do “Livro do Desassossego” ou “Portuguese Modernisms in Literature and the Visual Arts”.
Em 2013 será comissário da Feira Internacional do Livro de Bogotá na qual Portugal será o país tema.
Dia 5 de Dezembro, às 21h30, vai estar à conversa, na Biblioteca Municipal de Oeiras, com Carlos Vaz Marques e com todos aqueles que com eles quiserem partilhar um serão à volta dos livros.

Entrada Livre.